Por Rogerinho – Feliz, Ricardo Oliveira cobra diretoria tricolor: ‘Eles precisam mostrar o que querem’

Atacante não esconde que gostaria de continuar no clube do Morumbi em 2011, mas deixa claro que não vai procurar os dirigentes para conversar

Fonte – Globoesporte.com

Ricardo Oliveira está de bem com a vida. Depois de ficar um ano escondido no Al-Jazira, dos Emirados Árabes, ele cansou de viver no ostracismo. A saudade das grandes competições, do carinho dos torcedores e o sonho de voltar a vestir a camisa da seleção brasileira fizeram ele retornar para o Brasil. E, em sua segunda passagem pelo São Paulo, o camisa 99 mostra que é que nem vinho: o tempo passa e ele fica cada vez melhor.

clayton e ricardo oliveira, são paulo x atlético-prContra o Atlético-PR, Ricardo Oliveira marcou um golaço de bico e fez o seu oitavo gol em 15 partidas disputadas na temporada 2010

Com o gol marcado contra o Atlético-PR, o goleador já superou sua média de gols da primeira passagem pelo clube do Morumbi, ocorrida em 2006. Há quatro anos, ele marcou seis gols em 12 partidas, média de 0,50 gol por jogo. Agora, já são oito em 15 jogos, média de 0,53. E o atacante quer mais. Quer ficar no Tricolor pelo menos por mais seis meses. Nessa entrevista exclusiva concedida ao GLOBOESPORTE.COM, ele conta da alegria de que ainda tem muita lenha para queimar e pede para a diretoria do Sâo Paulo se posicionar sobre o interesse de mantê-lo ou não em 2011.

Sua média de gols de 2010 já superou 2006. Isso mostra que você é que nem vinho, quanto mais velho melhor?

Eu poderia falar muito sobre isso, mas prefiro mostrar dentro de campo. Estou marcando gols, me entrego demais em cada jogo. Estou feliz de ajudar a equipe. Vivo uma ótima fase, voltei a ficar em evidência. Só de ter o nome comentado para defender a seleção brasileira já é uma alegria muito grande.

Por que o seu estilo casa tão bem com o São Paulo?

É uma coisa engraçada, todos falam isso. Eu só posso dizere que me dei muito bem aqui. Me sinto em casa. A diretoria e a torcida gostam muito de mim. Sempre vi o São Paulo jogar e era um estilo ofensivo, com jogadores de elegância, como Raí, Kaká, Palhinha, entre outros. Me idenitifiquei demais aqui e hoje todos relacionam o meu nome ao clube.

Sa situação contratual está indefinida. No seu contrato, existe uma opção de renovação por mais seis meses, mas a verdade é que hoje, você tem apenas mais seis jogos pelo Tricolor. Como faz para não deixar que isso influencie o seu futebol?

Não é fáci. Se você não tiver cabeça boa, não segura a barra e seu rendimento cai em campo. A verdade é que sou profissional, estou muito focado no que ainda tenho de fazer nessa reta final. Sou pago para jogar e marcar gols pelo São Paulo. Não é fácil saber que posso ir embora. No âmbito familiar, fica uma interrogação e você rematricula os filhos na escola aqui em São Paulo e lá nos Emirados. O resto depois a gente vê o que acontece. Nunca escondi de ninguém que quero continuar aqui, onde me sinto feliz. Só gostaria de chegar ao fim da temporada com essa questão resolvida. Eles precisam definir isso. Não preciso procurar a diretoria. Eu já deixei claro que quero continuar, agora é com eles. Se fosse unilateral, já estaria definido,mas existem outras partes que defendem os seus direitos e eu preciso respeitar.

Você pode ter convencer os donos do Al-Jazira a permanecer?

Eu posso falar e ter liberdade de mostrar o que eu quero. Mas o meu contrato lá vai até 2013 e não vou entrar em litígio ou brigar, não sou um garoto.É claro que vou demonstrar a minha vontade. Eu tenho muita esperança de jogar pelo menos seis meses no São Paulo. Eu ficaria independente da Libertadores. Se for da vontade da diretoria, eu fico para jogar a Copa do Brasil, não tem problema.

Depois de tanto tempo longe dos holofotes nos Emirados, como se sente em mostrar que você está tão bom quanto antes?

É bom estar de volta para todo mundo ver que sou igual ao que era antes. Voltei por causa disso. Tenho 30 anos e, se fosse apenas por dinheiro, estaria lá até agora. Ainda me sinto competitivo. No mundo árabe, você treina uma vez por dia, joga uma vez por semana. Não é isso que eu quero da minha carreira. Quero disputar competições importantes, jogar pela seleção de novo, brigar por títulos, ser artilheiro e mostrar o meu valor. Eu servi a seleção por três anos e só perdi a Copa de 2006 por causa de uma contusão. Minha qualidade é a mesma de antes, mas hoje todos estão acompanhando.

Para quem não tem ideia, sua rotina lá é muito diferente?

Demais, não tem como comparar. Pela manhã, não se treina porque é um calor absurdo. Fico na praia do meu condomínio ou na piscina. Muitas vezes, você só treina à noite e vai a campo depois de ter tomado café da manhã, ter almoçado e jantado. E, se não se cuidar, engorda mesmo. Por isso que alguns jogadores quando retornam para o Brasil sofrem para entrar no ritmo aqui. Comigo isso não aconteceu porque sempre fui muito profissional. Perdi alguns jogos aqui no São Paulo por causa de uma tendinite decorrente da cirurgia que fiz no joelho. É por isso que eu gostaria de continuar por aqui. Ainda tenho fome de títulos. Se voltar ao Al-Jazira no ano que vem, posso esquecer seleção brasileira porque ninguém acompanha o que acontece por lá.

O que v ocê pode dizer sobre o time do São Paulo? Muitos diziam que você não podia jogar junto com o Fernandão. Esse tipo de comentário te incomoda?

Sou um cara que analiso futebol. Não sei da onde dizem que eu e Fernandão não podemos jogar juntos. Isso não existe. Se você observar a minha função e a do Fernandão, é completamente diferente. O Fernando jogou comigo e o Dagoberto contra o Atlético e foi perfeito. Ele fez o meio-campo, parou a bola, chegou, chutou, deu passes, marcou, assim como eu e o Dagoberto. Essa comparação é difícil de entender, mas com o que mostramos na última partida, isso está definitivamente encerrado. Quanto ao time, estamos crescendo. Tivemos uma queda contra o Ceará, mas já demos a resposta logo na partida seguinte. Vamos brigar até o fim. Eu queria falar para você que vamos lutar pelo título, mas seria incoerente da minha parte. Mas posso te garantir que vou lutar com todas as minhas forças para que o São Paulo esteja na Libertadores no ano que vem.

Por Allisson – Verdão entra no “bolo”

Apesar do sufoco no fim, Palmeiras vence o Goiás em Barueri

Em jogo morno até o final do segundo tempo, Palmeiras derrota o Goiás e fica mais próximo do G4 

Marcio Araujo e Tinga, autores de dois dos gols do Verdão, comemoram tento anotado contra o Goiás. (Foto: Tom Dib)

LANCEPRESS!
Publicada em 30/10/2010 às 20:29

No duelo dos Alviverdes na Arena Barueri, o Palmeiras mostrou que sabe deixar a Sul-Americana de lado e derrotou o Goiás, por 3 a 2. Com gols marcados por Tinga, Márcio Araújo e Dinei, o Verdão voltou a sonhar com o G4 e a vaga na Libertadores pelo Campeonato Brasileiro. O time goiano – que também disputa as quartas-de-final do torneio continental – sofreu a 17ª derrota no Nacional e segue lutando contra o rebaixamento.

Pela 33ª rodada, o Palmeiras volta a campo só nesta quinta-feira, contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada. Na quarta-feira, o Goiás recebe o Grêmio, no Estádio Serra Dourada.

Primeiro tempo morno…

Com Lincoln novamente incumbido de suprir a ausência de Valdivia na armação palmeirense, o primeiro tempo começou morno e com poucas chances de gol. Nos primeiros vinte minutos de jogo, o goleiro Deola só teve trabalho na cobrança de um tiro de meta, e o principal atrativo foi mesmo a estreia da nova terceira camisa do Verdão.

O Goiás apostava nos contra-ataques, mas o Palmeiras dominava a partida e sufocava o time visitante no campo de defesa. O meia-atacante Bernardo, sempre perigoso, era completamente dominado pela marcação de Pierre.

Aos 21, o domínio do Palmeiras se transformou em gol. Tinga driblou Wellington Saci, carregou a bola e arriscou forte chute. A bola ainda desviou em Rafael Tolói antes de morrer no fundo da rede.

E sem Marcos Assunção, suspenso, quem levou perigo nas cobranças de falta foi o Goiás. Na primeira boa chance do time goiano, aos 27 minutos, Bernardo cobrou falta com categoria no canto direito e quase surpreendeu o goleiro Deola.

Não demorou para aparecer a resposta do Verdão. Aos 32, numa falta cobrada pelo lado esquerdo, Lincoln tentou o cruzamento e a bola foi direto, no ângulo. O goleiro Harlei esticou-se todo e fez grande defesa, salvando o Goiás do segundo gol.

Um velho problema que parecia superado voltou a aparecer. Em falha da defesa palmeirense, Felipe encontrou Amaral livre na entrada da área. O volante ainda teve tempo para dominar e chutar, obrigando Deola a evitar o empate.

Já no fim do primeiro tempo, outra chance do Palmeiras. Luan invadiu a área com a bola dominada e bateu cruzado. Wellington Monteiro furou e a bola ainda desviou na perna de Tinga, antes de Harlei fazer outra defesa.

Final quente!

O Goiás voltou do intervalo com Jones no lugar de Bernardo, e passou a impor mais velocidade no ataque. Logo aos 5 minutos, já tinha criado duas boas chances com Amaral. Aos 12 minutos, Danilo recuou na fogueira para Deola, que afastou no reflexo.

Sem criatividade em ambos os lados, o jogo se arrastou até a metade do segundo tempo. O Palmeiras mantinha a bola no campo de ataque a maior parte do tempo, mas não conseguia ampliar a vantagem. Nos contra-ataques, o Goiás obrigava Deola a trabalhar tudo que não havia trabalhado na primeira etapa.

Aos 20 minutos, Tinga teve três boas chances invadindo a área pela lado direito, mas a finalização teve sempre o mesmo destino: a linha de fundo. Aos 30, Kléber ajeitou para Lincoln de frente para o gol. O meia foi fominha e não tocou para Gabriel Silva, livre pelo lado esquerdo. O chute desviou no zagueiro e passou longe do gol.

O caminho parecia ser mesmo pelo lado direito. Márcio Araújo recebeu de Lincoln, aos 35 minutos, e chutou cruzado, de longe. A bola saiu com muita força e estufou as redes da equipe goiana pela segunda vez na partida.

A vantagem no placar incendiou o final do jogo na Arena Barueri, para a surpresa da pouca torcida presente. O gol do Goiás aos 38 minutos foi suficiente para ameaçar o domínio do Palmeiras, que se desesperou. Carlos Alberto tocou de cabeça e, na dúvida se a bola entrou ou não, Jones mandou para dentro do gol.

Já no final, o Palmeiras parecia sepultar qualquer possibilidade de reação do Goiás com Dinei. Na cobrança de falta de Luan, o atacente se antecipou à marcação e cabeçeou para ampliar o placar. 3 a 1 para o Verdão e tranquilidade no placar, certo? Errado. Aos 44, o improvável: em rebote de Deola no chute de Rafael Moura, Éverton Santos só teve o trabalho de empurrar para o gol e marcar o segundo do Goiás.

Mesmo com o sufoco no final, o Palmeiras venceu a 11ª partida no Brasileiro e colou no G4. Caso não vença a Sul-Americana, o Verdão está de volta na briga pelo G4 do Campeonato Brasileiro…

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3 X 2 GOIÁS

Estádio: Arena Barueri, Barueri (SP)
Data/hora: 29/10/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (RJ)
Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e João L. Coelho de Albuquerque (RJ)
Renda/público: R$ 136.815,00 / 5.811 pagantes
Cartões amarelos: Kléber, Luan (PAL); Douglas, Rafael Tolói, Jonílson, Amaral (GOI)
GOLS: Tinga, 21’/1ºT (1-0); Márcio Araújo, 35’/2ºT (2-0); Carlos Alberto 38’/2ºT (2-1); Dinei, 42’/2ºT (3-1); Everton Santos, 44’/2ºT (3-2)

PALMEIRAS: Deola, Márcio Araújo, Danilo, Fabrício e Gabriel Silva; Edinho, Pierre, Tinga e Lincoln (Patrik, 42’/2ºT); Luan e Kleber (Dinei, 35’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

GOIÁS: Harlei, Douglas (Carlos Alberto, 33’/2ºT), Rafael Tolói, Ernando e Wellington Saci; Jonílson (Everton Santos, 10’/2ºT), Amaral, Wellington Monteiro, Bernardo (Jones, Intervalo); Felipe e Rafael Moura. Técnico: Jorginho.

Veja o novo 3° uniforme do Verdão.

Foto Oficial

Fonte: Lancenet

 

Por Edgar Santista – Inter e Santos empatam em Porto Alegre e se despenden das chances de Titulo

Em partida muito movimentada, equipes criam chances e polêmicas, mas ficam mais distantes do título

 Inter e Santos lutam, mas empate é ruim para os dois

É uma pequena maldade, dessas que só o futebol faz, Inter e Santos irem juntos para a UTI do Brasileirão depois do jogo deste sábado. O empate por 1 a 1 no Beira-Rio, em uma das melhores partidas da competição, mostrou duelo tático, batalha técnica, capacidade criativa e um bocado de polêmica. Mas a frieza do resultado deixa uma mensagem clara: as duas equipes estão praticamente fora da luta pelo título nacional.

Santos e Inter vão a 49 pontos. São oito de distância para o líder Fluminense, um caminho que parece exageradamente longo, já que restam apenas seis rodadas. Zé Eduardo, para o Peixe, e Leandro Damião, para o Colorado, fizeram os gols da partida.

A esperança do Inter reside no duelo direto com o Fluminense, quarta-feira, no Beira-Rio. O Santos, no mesmo dia, recebe o Vitória.

O verbete “jogão”, no dicionário, poderia ter uma foto deste Inter x Santos ao lado. Não precisaria de palavras. Gaúchos e santistas criaram, no Beira-Rio, tudo aquilo que se espera das melhores partidas: chances de lado a lado, falhas e acertos, rusgas, polêmicas. No primeiro tempo, teve quase tudo. Só faltou o gol.

O Inter começou o jogo voando. Tabelou, infiltrou, atacou e retrocedeu como se fosse uma máquina infalível. Guiñazu avançou com a bola e obrigou Rafael a fazer a primeira das muitas defesas que teria pela frente. Giuliano, pouco depois, triangulou com D’Alessandro e Guiñazu e mandou colocado, por cima, muito perto. Seria um golaço.

O Santos, aos poucos, foi crescendo. Renan teve que se virar para abafar o ataque adversário. Neymar ficou frente a frente com ele, olho no olho, quase nariz com nariz. A conclusão do atacante do Peixe foi muito ruim. O goleiro colorado defendeu. Chute fraco de Zé Eduardo e pancada de Danilo também fizeram Renan trabalhar. No segundo lance, a bola ainda bateu na trave.

O Inter avançou especialmente com Giuliano e D’Alessandro, auxiliados pelo bom rendimento de Wilson Matias, pela movimentação de Guiñazu e pela insistência de Rafael Sobis. Matias, na beirada da área, acertou o travessão de Rafael. Sobis, no rebote, perdeu o gol.

Se Renan salvou de um lado, Rafael fechou o gol de outro. Alecsandro aproveitou cruzamento de D’Alessandro e mandou uma patada. O goleiro do Santos espalmou. No rebote, Sobis mandou outro chute. E Rafael defendeu de novo.

O jogo já estava quente quando aconteceu sua maior polêmica. A torcida do Inter reclamava por causa de três toques de mão da zaga do Santos dentro da área. Guiñazu e Rodriguinho (que entrou no lugar de Arouca, lesionado) se peitavam em campo. E aí uma bola voou até a cabeça de Edu Dracena, que ganhou de Renan pelo alto. Ela foi na direção da meta colorada, com toda a pinta de que entraria. Nei correu feito doido, se atirou para dentro do gol e emendou uma bicicleta. A arbitragem titubeou. E mandou o jogo seguir. A impressão, no estádio, foi de gol. A televisão, em tira-teima, mostrou o mesmo.

Enfim, os gols: 1 a 1

O segundo tempo manteve a velocidade da etapa inicial, mas com menos chances de gol. O Santos sempre teve Neymar como figura de muito perigo. O Inter teve o controle de bola, cercou a área adversária, mas encontrou uma defesa mais sólida do que nos 45 minutos anteriores.

Bolívar, de cabeça, obrigou Rafael a fazer outra boa defesa. Roberto Brum, em um dos vários contra-ataques puxados pelo ataque santista, também ameaçou. Os dois treinadores tentaram melhorar suas equipes com modificações. No Santos, Marquinhos foi a esperança. No Inter, Edu e Andrezinho pintaram como alternativa.

O jogo merecia gols. E o primeiro foi do Santos. Aos 33 minutos, Zé Eduardo avançou com a bola pela esquerda de ataque e emendou uma bomba. O alvo foi o ângulo esquerdo de Renan. Golaço. O jogador, de passagem quase imperceptível pelo Grêmio, levou a mão ao ouvido, como quem contesta o silêncio da torcida rival.

Mas os colorados logo vibrariam. Kleber fez o que mais costuma fazer: lá da esquerda, mandou na cabeça de Leandro Damião, que subiu alto, bonito, para superar um goleiro que parecia insuperável. Gol do Inter.

O Colorado, com o grito da torcida, ainda buscou a virada. Não conseguiu. O Santos, no contra-ataque, tentou surpreender. Também sem sucesso. E lá foram as duas equipes, abraçadas, para a UTI do Brasileirão. Mas com a consciência do dever cumprido.
 

INTERNACIONAL X SANTOS
Renan, Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Matias, Guiñazu, Giuliano (Andrezinho), D’Alessandro e Rafael Sobis (Edu); Alecsandro (Leandro Damião). Rafael, Pará, Durval, Edu Dracena e Léo (Alex Sandro); Roberto Brum, Arouca (Rodriguinho), Danilo e Alan Patrick (Marquinhos); Neymar e Zé Eduardo.
T: Celso Roth T: Marcelo Martelotte
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Data: 30/10/2010. Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC). Auxiliares: Carlos Berkenbrock (Fifa/SC) e Marco Antônio Martins (SC).
Gols: Zé Eduardo, aos 33, e Leandro Damião, aos 37 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Rodriguinho, Zé Eduardo (Santos); Guiñazu, D’Alessandro (Inter).
Público: 29.565. Renda: R$ 459.005,00

Fonte: Globoesporte.com

Por Edgar Santista – Cristiano Ronaldo marca dois, e Real Madrid derrota o Hércules de virada

Invicta, equipe da capital se mantém da liderança isolada do Espanhol

Depois de emperrar no meio da semana diante do modesto Murcia pela Copa do Rei, a máquina de gols do Real voltou a funcionar neste sábado. Com dois gols de Cristiano Ronaldo, o clube da capital espantou a zebra e derrotou o Hércules por 3 a 1, de virada, em jogo válido pela nona rodada do Campeonato Espanhol.

O resultado manteve os galácticos invictos e na liderança isolada do torneio agora com 23 pontos. Já o Hércules, que derrotou o Barça na segunda rodada, está na 13ª posição, com nove.

Disposto a se manter na ponta da tabela e sem se preocupar com o duelo diante do Milan, na próxima quarta-feira, pela Liga dos Campeões, o técnico José Mourinho levou ao estádio Rico Pérez, em Alicante, sua força máxima: Casillas, Sergio Ramos, Pepe, Ricardo Carvalho e Marcelo; Khedira, Xabi Alonso, Özil, Cristiano Ronaldo e Di María; Higuaín.

Mas sem dar bola para todos os galácticos, o modesto Hércules, recém-promovido à Primeira Divisão abriu o placar logo aos dois minutos. O veterano francês Trezeguet recebeu cruzamento da direita e, de cabeça, abriu o placar para o Hércules. O time de Alicante, por sinal, entrou desfalcado Drenthe que, emprestado pelo Real, não pode atuar devido a uma cláusula contratual.

trezeguet hercules gol real madrid
Time do Hércules comemora (Foto: agência Reuters)

Com a desvantagem precoce, o Real Madrid para cima do rival em busca do empate. Aos 22, criou a melhor chance da partida na etapa inicial. Cristiano Ronaldo soltou uma bomba de fora da área e obrigou Calatayud espalmar para o canto. No rebote, Higuaín, sozinho chutou nos pés do arqueiro do Hércules, que teve menos posse de bola no primeiro tempo, mas levou um certo perigo nos contra-ataques.

Argentino empata, e Cristiano decreta vitória

Após o intervalo, o Real seguiu na caça da igualdade e, aos sete, foi premiado. Cristiano Ronaldo, jogador mais atuante da equipe, arriscou de longe, Calatayud soltou nos pés do argentino Di María que não perdoou e colocou no fundo das redes.

cristiano ronaldo real madrid hercules
Cristiano em ação (Foto: agência AP)

O empate não mudou a cara do jogo, que seguiu com o time da capital tendo total domínio e os anfitriões buscando os contra-golpes.

Bis de Cristiano

Aos 26, Higuaín quase fez o da virada com um disparo colocado que tirou tinta da trave. 11 minutos depois, não teve jeito. Marcelo fez bela jogada pela esquerda e cruzou para o atacante francês Benzema, que havia entrado instantes antes, arrematar para defesa parcial de Calatayud. No rebote, Cristiano Ronaldo, bem colocado, fez 2 a 1.

Aos 41, o Real puxou rápido contra-ataque e Cristiano Ronaldo, sozinho na grande área, bateu de primeira um passe de Benzema anotou o terceiro e fez a festa de José Mourinho no banco de reservas. O técnico português chegou, inclusive, a invadir o gramado para comemorar.

Com os dois gols, o camisa 7 chegou aos 11 no Campeonato Espanhol e é o artilheiro isolado do torneio.

Fonte Globoesporte.com

Por Edgar Santista – Após passar sufoco, Chelsea vira no fim e mantém vantagem na liderança

Com gols do francês Anelka e do sérvio Ivanovic, time londrino conquista resultado importante para seguir com folgas na liderança da Premier League

Chelsea passou sufoco neste sábado para alcançar a sua oitava vitória no Campeonato Inglês. Com um gol nos últimos minutos, marcado pelo sérvio Ivanovic, os Blues venceram o Blackburn de virada por 2 a 1, no Ewood Park. Anelka fez o outro, e Mwaruwari abriu o placar para os donos da casa. O triunfo manteve a diferença de cinco pontos da equipe londrina para o Arsenal, que bateu o West Ham por 1 a 0 (25 a 20).

Os visitantes não tiveram vida fácil na etapa inicial. O Blackburn abriu o marcador aos 22 minutos, com Mwaruwari. Mesmo com o lance, os donos da casa não desistiram de abrir uma vantagem maior, mas pararam na boa atuação do goleiro Peter Cech, que fez pelo menos duas defesas difíceis ao longo do primeiro tempo.

Faltando seis minutos para o fim da etapa inicial, Drogba aproveitou lançamento na área e mesmo pressionado por dois adversários tocou de cabeça para Anelka. Da marca do pênalti, o francês chutou de primeira para igualar o placar, jogando um balde de água fria na pressão do Blackburn.

O segundo tempo foi diferente. Com a partida igual, tanto Chelsea quanto Balckburn tiveram chances de marcar o segundo gol. Porém, o líder foi quem conquistou os três pontos. Aos 38, Zhirkov fez uma ótima jogada pelo lado esquerdo e cruzou na cabeça de Ivanovic. O sérvio subiu mais do que os zagueiros adversários e tocou de cabeça para garantir mais três pontos para a equipe de Londres.

Confira os resultados da décima rodada do Campeonato Inglês:

Sábado
Wolverhampton 2 x 1 Manchester City
Everton 1 x 0 Stoke City
Arsenal 1 x 0 West Ham
Fulham 2 x 0 Wigan
Blackburn 1 x 2 Chelsea
Manchester United 2 x 0 Tottenham

Domingo
Aston Villa x Birmingham
Bolton x Liverpool
Newcastle x Sunderland

Segunda-feira
Blackpool x West Bromwich

Fonte Globoesporte.com

ICFUT – Cristian quer voltar

Cristian: ‘Seria um sonho jogar a Libertadores pelo Corinthians’

Volante admite que sente saudades do Timão e acompanha o clube direto da Turquia, onde está perdendo espaço no Fenerbahçe

Cristian, no Corinthians - foto: Eduardo Viana Ao lado de Ronaldo, Cristian festeja gol sobre o São Paulo (foto: Eduardo Viana)

Felipe Bolguese
Publicada em 30/10/2010 às 06:00
São Paulo

Nos últimos meses, a alegria de Cristian na Turquia se resume a assistir aos jogos do Corinthians pela televisão. Ele tem sido pouco aproveitado pelo técnico Aykut Kocaman no Fenerbahçe (TUR) e fala diariamente no desejo de voltar a atuar pelo clube alvinegro em 2011.

– Quero ser feliz. Quero voltar a a sorrir – disse, ao LANCENET!.

O volante decidiu que, em dezembro, negociará sua liberação por empréstimo. Seu contrato vai até julho de 2014. Outro fator que o incomoda são as seguidas notícias na imprensa turca de que ele não faz mais parte dos planos do clube para a próxima temporada.

Cristian virou ídolo do Corinthians por sua raça e participou das conquistas da Série B, em 2008, e Paulistão e Copa do Brasil, no primeiro semestre de 2009. Em julho, ele e o lateral André Santos se transferiram por 12 milhões de euros (cerca de R$ 32,5 milhões à época) ao clube turco. O jogador chorou e jurou amor eterno. Por isso, garante que pode abrir mão do alto salário que recebe para voltar.

A diretoria vê com bons olhos o retorno do jogador, e espera de camarote sua liberação. A venda de possíveis jogadores valorizados na próxima janela de transferências, como Jucilei, Elias ou Ralf, também motivam o negócio.

Enquanto isso, Cristian fala ao LANCENET! sobre sua expectativa:

LANCENET!: Seria errado pensar em ver você jogando novamente pelo Corinthians no ano que vem?

CRISTIAN: Não… acho que não, né? Do jeito que estão as coisas, há a possibilidade de voltar, mas não tem nada certo. Tenho que esperar acabar a temporada, ver o que vão resolver, se vão me utilizar, se vão me emprestar… Vamos esperar dezembro para ter algo mais concreto.

LNET!: Como está sua vida no Fenerbahçe (TUR)? A imprensa turca tem afirmado que você não faz parte dos planos para 2011.

C: A gente sabe que as pessoas têm comentários maldosos, procuro não ver muito as notícias que saem. Todo dia sai no jornal que os brasileiros vão sair. Não tem nada certo, a gente não sabe o que é verdade ou mentira, isso incomoda muito. O treinador que está é o mesmo que contratou André Santos e eu, no ano passado. Já joguei muitas partidas como titular, depois me lesionei, voltei… Já disputei o campeonato turco, a Liga dos Campeões… Mas aí começou com um período de seis, sete jogos sem nem sequer ir para o banco de reservas.

LNET!: Você era um dos grandes nomes do Corinthians quando se transferiu. Entristece a situação atual?

C: A situação não agrada a ninguém, né? Quero jogar. Temos de ter respeito a quem está jogando, são dez estrangeiros, só podem jogar seis. Ficam dois no banco e dois fora. Todos têm qualidade para jogar, é difícil a gente lidar com essa situação. Tenho de trabalhar para voltar a jogar, e a jogar bem.

LNET!: Pessoas próximas dizem que a cada dez palavras ditas por você, nove são Corinthians. Existe a possibilidade concreta de voltar?

C: Eu acompanho sempre, eu e o André (Santos, lateral) estamos sempre torcendo. Não esqueço nunca o Corinthians, é difícil. Não falei com o Andrés (Sanchez, presidente), não falei depois que saí. Tenho de resolver minha situação aqui primeiro para depois pensar na volta. Se houver a chance de voltar, é claro que vou pensar no Corinthians primeiro. É a primeira opção. Mas vamos ver se eles vão querer.

LNET!: Acha que a chance é grande de você conseguir uma liberação?

C: Não sei. Eu vinha jogando, eles sabem da minha qualidade. Eu tenho de estar jogando, penso em buscar um objetivo maior, que é ir para a Seleção Brasileira. Só vai para a Seleção quem está jogando bem e por um time que disputa títulos.

LNET!: Então, pelo menos, está certo que em dezembro você vai discutir para tentar a sua saída do clube.

C: Eu já deixei bem claro para os meus empresários que, se for para ficar nessa situação, gostaria de sair. Deixei na mão deles essa situação. Em dezembro entramos de férias, vou para o Brasil curtir a família, vou descansar e ver o que eles conseguem resolver para mim.

LNET!: Andrés reclama que tem jogador que quer voltar, mas não aceita readequar o salário à realidade do Brasil… Isso seria um problema?

C: Acho que não tem problema nenhum. Tem muitas coisas a serem resolvidas. O lado financeiro tenho de ver depois. Se for para voltar, e voltar a ser feliz, vou fazer de tudo para voltar. Tenho de resolver a minha situação, são mais quatro anos de contrato ainda. No momento, a prioridade não é o dinheiro. Quero ser feliz, quero voltar a sorrir, poder jogar novamente. Só isso.

LNET!: Você viu o Corinthians cair na Libertadores no ano do centenário. Voltar e poder ganhar o título para a torcida em 2011 seria um sonho?

C: Fui campeão da Copa do Brasil com o Paulista em 2005, e em 2006 não disputei a Libertadores porque fui para o Atlético-PR. Depois joguei pelo Flamengo em 2008 e fomos eliminados pelo América-MEX no Maracanã. No ano passado, quando achei que ia disputar e poderia ganhar, acabei vendido. Tenho um sonho muito forte de poder disputar a Libertadores com a camisa do Corinthians. Não sei se vai ser campeão, mas tenho vontade muito grande porque esse título é o desejo de todos os torcedores, algo que falta ao clube. Virou um objeto de desejo e comigo não é diferente. Se puder, serei muito feliz.

LNET!: O meio de campo atual tem Ralf, Elias e Jucilei. Todos bem e da sua posição… Tem espaço?

C: Não adianta falar sobre isso se não tem nada resolvido. São ótimos jogadores, Jucilei, Ralf e Elias estão formando um meio muito bom. Tenho respeito por todos eles. Primeiro, vamos resolver a situação aqui e quando tivemos fazendo a nossa entrevista depois, você me pergunta de novo (risos).

LNET!: Como viu a volta do Ronaldo nesta reta final de campeonato?

C: Ele dificilmente perde um gol. É muito importante para o Corinthians, ainda mais nessa reta final. Com ele tudo muda, é impresível. Fico feliz de vê-lo jogando bem de novo, ajudando a equipe.

LNET!: Acredita no título brasileiro este ano para o Corinthians?

C: Torço muito para o Corinthians levar esse campeonato. Está muito difícil, você vê os líderes que não conseguem abrir vantagem. Temos de torcer contra Fluminense e Cruzeiro. Vou torcer muito. Toda vez que o clube joga, eu procuro assistir de madrugada.

Empresário considera saída difícil

O empresário Carlos Leite confirmou que deve conversar com a diretoria do Fenerbahçe (TUR) no fim do ano, mas acredita que a liberação do volante por empréstimo seja complicada.

– Entre o desejo dele em sair e a liberação do Fenerbahçe há uma enorme diferença. Eu acho muito difícil. Ele foi contratado no meio do ano passado, o investimento foi muito alto – disse.

Leite desconversa quando o assunto é negociação, mas no Parque São Jorge não é novidade a estreita relação com o presidente Andrés Sanchez. Ambos se falam com frequência.

Recentemente, o Corinthians contratou o atacante Pedro Beda, ex-Flamengo, que é agenciado por Carlos Leite. O atleta de 21 anos estava na Holanda e foi inscrito no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF pelo Timão até 31 de dezembro deste ano.

fonte: Lancenet

Por Allisson – Verdão quer entrar no bolo

Tentando entrar no ‘bolo’, Palmeiras encara o desesperado Goiás

Em Barueri, Alviverde briga para subir na tabela, enquanto que Esmeraldino sofre para se livrar da zona de rebaixamento do Brasileiro

Scolari Felipão Jorginho Palmeiras x Goiás
Scolari e Jorginho duelam na noite desta sábado
(Foto: Montagem sobre foto da Ag. Estado)

Em situações bem distintas, Palmeiras e Goiás se enfrentam às 18h30 deste sábado, na Arena Barueri, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com objetivos diferentes, paulistas e goianos buscam a vitória para conseguir embolar o torneio ou se livrar da degola.

Na décima posição com 44 pontos, o Palmeiras terá de se virar sem Valdivia em Barueri. O atleta foi poupado para cuidar de uma fibrose na parte posterior da coxa esquerda. Marcos Assunção, principal homem na bola parada, também não joga.

Já o Goiás, 18º colocado com 31 pontos, luta para conseguir sair da zona de rebaixamento. Comandado por Jorginho, ex-auxiliar técnico da Seleção Brasileira, o Esmeraldino tem uma campanha ruim fora de casa, com somente 12 pontos somados.

Djalmi Beltrami Teixeira (RJ) apita a partida. Ele será auxiliado por Altemir Hausmann e João Coelho de Albuquerque. O Premiere Esportes transmite o duelo. Você acompanha também, em Tempo Real, no GLOBOESPORTE.COM, a partir das 18h30.

header o que esta em jogo

Palmeiras: apesar de ter perdido uma invencibilidade de sete jogos para o Corinthians, o Alviverde segue com o sonho de se aproximar dos líderes do campeonato e, quem sabe, entrar no G-4. Atualmente, a equipe de Luiz Felipe Scolari ocupa a décima posição, com 44 pontos.

Goiás: uma vitória não tira o Goiás (31 pontos) da zona de rebaixamento. O máximo que o Alviverde pode conseguir é passar o Vitória, 17º com 34, no número de triunfos. O Atlético-MG, primeiro fora do Z-4, também tem 34, mas ficaria com uma vitória a mais em relação ao time goiano mesmo se perder para o Botafogo. Entretanto, superar o Guarani, 15º com 35, significa segurar um concorrente direto, além de ganhar moral para o restante competição.

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Palmeiras: Scolari deve escalar mais ou menos a mesma equipe que empatou com o Atlético-MG, pela Sul-Americana. As mudanças serão com as saídas de Valdivia e Marcos Assunção. Márcio Araújo e Gabriel Silva, que estiveram suspensos contra o Corinthians, voltam ao time. Assim, o Palmeiras deve jogar com: Deola; Márcio Araújo, Fabrício, Danilo e Gabriel Silva;  Edinho, Pierre, Rivaldo e Lincoln; Luan e Kleber.

Goiás: Harlei; Rafael Tolói, Ernando e Marcão; Douglas, Amaral, Wellington Monteiro, Bernardo (Carlos Alberto) e Wellington Saci; Felipe e Rafael Moura.quem esta fora

Palmeiras: Marcos Assunção, suspenso. Vitor, Maurício Ramos, Ewerthon e Lenny, lesionados. Valdivia está se recuperando de dores na coxa esquerda, causada por uma fibrose. Marcos, se recuperando de uma artroscopia no joelho esquerdo.

Goiás: Hugo, machucado, volta só em 2011.
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Palmeiras: Deola, Maurício Ramos, Fabrício, Edinho, Vinícius e Kleber.

Goiás: Rafael Toloi, Marcão, Júnior, Wellington Saci, Jonílson, Carlos Alberto e Camacho.

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Palmeiras: sem Marcos Assunção, principal homem nas bolas paradas do time, o Alviverde deve apostar em Kleber, artilheiro da equipe no Campeonato Brasileiro, com oito gols. Ele será abatecido no ataque por Lincoln, que substitui Valdivia na equipe e Assunção nas batidas de faltas e escanteios.

Goiás: o atacante Rafael Moura é a grande aposta do Goiás para o confronto deste sábado. O jogador marcou dois gols contra o Avaí no meio de semana, pela Copa Sul-Americana, e tenta manter a boa fase diante do Palmeiras. Até agora, ele é o artilheiro do clube no Campeonato brasileiro, ao lado de Bernardo, com sete gols.
header o que eles disseram

Marcos (goleiro do Palmeiras): “Apesar das dificuldades que encontraremos contra o Goiás, sabemos que uma vitória pode nos deixar mais próximos do São Paulo e, consequentemente, da parte de cima da tabela.”

Harlei (goleiro do Goiás): “Vai ser soando sangue. Não tem nada fácil, está muito aberto. As próximas duas partidas vão ser cruciais para dizer qual a situação do Goiás. Esse ano nós erramos muito”.header último confronto v2


Na última vez em que se encontraram pelo Campeonato Brasileiro, Goiás e Palmeiras empataram em 1 a 1, no Serra Dourada. O time paulista saiu na frente, com um gol de Ewerthon, mas o Esmeraldino conseguiu chegar ao empate nos minutos finais do confronto, com Amaral. Com esse resultado, o Palmeiras chegou, na ocasião a cinco empates consecutivos, enquanto o Goiás ficou pela quinta vez sem vencer.

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

ICFUT – Richarlyson com os dias contados no Morumbi

Julgamento no STJD pode encerrar ciclo de Richarlyson no São Paulo

Camisa 20 será julgado na sexta pela expulsão contra o Santos. Se pegar a pena máxima, não joga mais o Brasileiro e seu contrato termina em dezembro

Por Marcelo Prado São Paulo

O volante Richarlyson voltará a sentar no banco dos réus do STJD. Na próxima sexta-feira, dia 5, o camisa 20 do São Paulo será julgado pela terceira vez no Campeonato Brasileiro. Desta vez, será pela expulsão ocorrida no clássico contra o Santos, realizado no dia 17 de outubro e que terminou com a vitória do Tricolor por 4 a 3. Ele recebeu o cartão vermelho do juiz Sandro Meira Ricci após cometer uma falta violenta no atacante Zé Eduardo, do Peixe. Denunciado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (praticar jogada violenta), ele pode pegar um gancho que varia de um a seis jogos. Como é reincidente, dificilmente escapará de um gancho pesado. (Reveja ao lado a jogada que rendeu o cartão vermelho ao jogador).

Caso Richarlyson receba a punição máxima, o jogador poderá ter encerrado a sua passagem pelo clube do Morumbi. Isso porque ele não atuaria mais pelo Campeonato Brasileiro e o seu contrato com o Tricolor termina no dia 31 de dezembro. Embora as partes tenham dito que no final do ano vão discutir um novo vínculo, a tendência é que o acordo não seja renovado. O Fluminense, comandado por Muricy Ramalho, já procurou o jogador. O técnico do time carioca nunca escondeu de ninguém que gosta do fato do camisa 20 atuar em várias posições. Quando Muricy comandou o São Paulo, utilizou o jogador como volante, lateral-esquerdo e zagueiro.

O comportamento de Richarlyson rendeu críticas do técnico Paulo César Carpegiani que, inclusive, chegou a sinalizar com a possibilidade de sacar o polivalente da equipe, o que acabou não acontecendo.

– Ele é um jogador vibrante, que tem por característica toda aquela força. E isso muitas vezes gera certo desequilíbrio. Ele tem vontade de ganhar todas as jogadas, tenta a antecipação em todas. Ele tem que ter esse auto-controle que me prometeu. Senão sempre vai estar correndo o risco de receber cartão ou ser expulso. Tem que melhorar esse aspecto sim – afirmou o treinador.

Fonte: Globoesporte

ICFUT – Fim do empate

Fifa estuda acabar com empates e prorrogação nas Copas do Mundo

Joseph Blatter, presidente da entidade, diz que competição precisa ser mais atrativa e revela ideia de profissionalizar a arbitragem para o Mundial

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

A baixa média de gols da Copa do Mundo da África do Sul, de 2,26, deixou os dirigentes da Fifa preocupados. Nos últimos meses, a entidade realizou estudos e já admite acabar com os empates e com a prorrogação para tornar o Mundial mais atraente. A iniciativa se deve muito pela cobrança dos patrocinadores, que pretendem investir em um evento com um formato mais dinâmico. A informação é do jornal “O Estado de S.Paulo”.

– Queremos uma Copa do Mundo mais atrativa. Na primeira fase, ninguém quer perder. Na Copa deste ano, tivemos seis partidas que terminaram sem gols. Temos que rever isso – afirmou o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

A ideia inicial da Fifa é que nenhuma partida do Mundial termine empatada. Com isso, os dirigentes estudam introduzir cobranças de pênaltis em todos os confrontos que teminem em igualdade também na fase de grupos. No momento mais agudo da Copa, a expectativa é que seja novamente testado o “gol de ouro”. Assim, as equipes teriam mais iniciativa para chegar ao ataque. Porém, nem todos na entidade estão de acordo.

– Vamos discutir esse assunto – afirmou o dirigente.

Para se ter uma ideia, o Mundial da África do Sul teve a segunda pior média de gols, vencendo apenas a Copa da Itália, em 1990, que atingiu 2,21. Todas as mudanças seriam divulgadas de forma oficial pela entidade antes da competição em 2014, no Brasil.

Profissionalização da arbitragem

A qualidade da arbitragem na Copa do Mundo da África do Sul também foi questionada por Blatter. Segundo o dirigente, a entidade quer profissionalizar um grupo de juízes para o Mundial do Brasil.

– Queremos a profissionalização dos árbitros – disse Blatter, admitindo que a entidade poder incluir assistentes atrás dos gols durante a Copa.

Fonte: Globoesporte