Por Cleber Aguiar – Neymar Fica, Agora vamos jogar bola.

Cleber Aguiar equipe ICFUT – Acabou a novela e nossa maior jóia fica no Peixe,proposta muito boa por parte do Santos.

Agora quem quiser ir embora que vá , chega dessa palhaçada de fazer o nosso Glorioso refém de jogador, pode ir Wesley embora,Edu Dracena ou quem estiver na mira da Europa.

Nosso presidente Luís Alvaro é muito bom ,muito melhor que um certo Rei da cidade de Santos  que falou que nosso Peixe não tinha camisa para subir ,inclusive isso nunca acontecerá pois Santos não é clube de segundona , deixamos isso para o Trio de lata da Capital.

Vamos apoiar como sempre e buscar a 3º Libertadores e Mundial e fazer do nosso centenário em 2012 ,um verdadeira festa de conquistas, e não passar em branco como  um lixão que tem lá na Marginal Tietê.

Agora vamos focar no Brasileirão e buscar os pontos perdidos e conquistar nossa Tríplice Coroa,pois não aguento mais ouvir o nome da porcaria do Chelsea,Wagner Ribeiro,Pai do Neymar,Globo e o mundo secando nosso estrela Neymar.

Muito Obrigado menino Neymar e nossa diretoria ,pois tenho certeza que todos os santistas hoje estão orgulhosos de ambos.

Outra coisa esse Wagner Ribeiro é um câncer para o nosso Glorioso Santos .

E para terminar !!!!

Chupa bambizada,Porcada e Gambazada Neymar Ficar suas secadeiras!!!

AGUENTA QUE O BRASILEIRÃO É NOSSO !!!

Vai pra cima deles Santos !!!

Por Silvana – Técnico Eriksson é oferecido ao São Paulo

Técnico sueco, que fala português, comandou a Costa do Marfim na Copa do Mundo deste ano

Fonte: Lancenet

Óscar Dias, agente do técnico sueco Sven Goran Eriksson, telefonou ao São Paulo oferecendo os serviços do treinador. Segundo Dias, Eriksson fala português fluentemente e gostaria de dirigir um clube brasileiro.

O treinador já dirigiu o Benfica (POR), Roma (ITA), Lazio (ITA) e as seleções da Inglaterra, México e Costa do Marfim, esta no Mundial da África do Sul deste ano. Entre seus títulos, estão um campeonato italiano e três portugueses, uma Copa de Portugal e quatro da Itália.

Segundo o agente, Eriksson diz aceitar um salário anual de 1,5 milhão de euros, o que dá R$ 260 mil por mês. Dias não conseguiu falar com o presidente Juvenal Juvêncio, o que deve acontecer nesta quinta-feira.

O São Paulo está sem treinador desde a saída de Ricardo Gomes, após a eliminação para o Interncional, pela Libertadores. Atualmente o time é comandado por Sérgio Baresi, que incialmente ficaria na equipe principal até o fim deste ano.

Comentário por Silvana equipe ICFUT – Só gostaria de dizer algumas palavras com relação a esta notícia… PELO AMOR DEUS SPFC ACEITE A PROPOSTA E CONTRATE O HOMEM … só isso .

ICFUT – América Colorada pela segunda vez.

Fonte: O Estado de São Paulo

Inter vence o Chivas e conquista seu segundo título da Copa Libertadores

Time colorado faz 3 a 2, de virada, e vai com o troféu para o Mundial da Fifa, em dezembro

ANDRÉ AVELAR – estadão.com.br


Felipe Dana/AP

SÃO PAULO – “Glória do desporto nacional”. Esse é o Internacional, que honrou o seu hino e nesta quarta-feira, 18, no Beira-Rio, ficou com o título da Copa Libertadores. A segunda conquista da sua história veio com o 3 a 2, de virada, sobre o Chivas Guadalajara. Rafael Sóbis, Leandro Damião e Giuliano colocaram o time com a glória do troféu no Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, nos Emirados Árabes.

Para os colorados, esse segundo título era uma obsessão desde pelo menos 1995, ano em que o arquirrival Grêmio alcançou o mesmo feito – também venceu em 1983. De quebra, se igualou ainda a Santos (1962 e 1963) e Cruzeiro (1976 e 1977). Flamengo (1981), Vasco (1998) e Palmeiras (1999) têm um título cada um. O São Paulo ficou três vezes com o troféu (1992, 1993 e 2005).

Na vitoriosa campanha, o time ainda se viu em uma troca de técnico. Celso Roth substituiu Jorge Fossatti antes da primeira semifinal. Deu certo. Conseguiu oito vitórias, três empates e três derrotas.

Problemas. O “mar vermelho”, que tomou conta do Gigante mais uma vez, sofreu com a ausência de Alecsandro. O atacante não se recuperou de uma lesão muscular na coxa, sofrida ainda na vitória (2 a 1) do primeiro jogo. Rafael Sobis entrou no seu lugar. Mas o problema mesmo estava no ataque do outro lado: Bautista levou perigo ao goleiro Renan.

Guiñazu e, principalmente, D´Alessandro tentavam colocar ordem na casa. Quando o volante e o meia jogaram com a bola no chão, o time passou a organizar melhor as ações ofensivas.

Mas quem marcou mesmo foi o Chivas. Em uma bobeira da defesa colorada, Omar Bravo escorou para área e Fabian, de voleio, marcou aos 42 minutos da primeira etapa. Comemoração do time mexicano, um balde de água fria na equipe brasileira.

“Temos que tentar fazer dois gols”, disse Tinga, na saída para o intervalo, sem perceber que mais um apenas já resolveria. “Foi um descuido de nada, mas temos que voltar melhor para a segunda etapa”, prometeu o capitão Bolívar.

E para a etapa complementar o time realmente melhorou. Com seus cruzamentos precisos, Kleber passou a entrar mais no jogo. Taisson então também melhorou e até chegou a dar trabalho para o assustado goleiro Michel. Fundamental no esquema de Roth, Tinga só saiu de campo depois de um profundo corte na cabeça, causada pelo próprio companheiro.

Estrelas. Rafael Sobis, um dos que estava na conquista de 2006, mostrou novamente como se faz. Ele recebeu bola na área e dividiu com o Michel para solar para o gol. Comemorou isolado pelos companheiros e com uma dor no braço, devido ao choque com o goleiro.

Cansado, foi a última participação de Sobis no jogo. Nem precisava de mais. Em seu lugar entrou o jovem Leandro Damião, de 20 anos. O atacante roubou a bola no meio-campo, avançou sem marcação e tocou para o fundo das redes.

A torcida não teve dúvida e, sem medo, começou a gritar “é campeão”. Por pouco não viu o gol de Giuliano, seis vezes decisivo na competição. Ele se livrou de três marcadores para dar só um toquinho por cima do goleiro. Sem a menor cerimônia, foi comemorar com a torcida o título conquistado.

Muitos colorados nem viram, mas ainda sofreram um revés. Patricio Araujo aproveitou o rebote para marcar o segundo, no último lance do jogo. De nada adiantou, a festa em Porto Alegre já tinha começado. O capitão Bolivar levantou o troféu, entregue por Pelé. O pesar ficou pela vergonhosa confusão entre jogadores, armada no final do jogo.

 Intenacional3 – Renan; Nei, Bolívar  , Índio, Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga (Wilson Matias), D´Alessandro; Taisson (Giuliano) e Rafael Sobis (Leandro Damião). Técnico Celso Roth.

 Chivas2 – Michel; Magallíon, Luna  , Reynoso, Ponce (Escalante); Araújo, Baez (Vasquez), Fabián  , Bautista  ; Omar Bravo  e Arellano  . Técnico José Luis Real.

Gols – Fabian, aos 42 minutos do 1.º Tempo. Rafael Sóbis, aos 16; Leandro Damião, aos 30, Giuliano, aos 44; Patrício Araújo, aos 47 minutos do 2.º Tempo; Árbitro – Oscar Ruiz (COL); Público e renda – 53.124 pagantes e R$ 2.148.430; Local – Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).

Troca de técnico marca a campanha vitoriosa do Inter

AE – Agência Estado

O Internacional conquistou nesta quarta-feira o seu segundo título da Libertadores. Dessa vez, porém, o roteiro foi bem mais sofrido do que o anterior. Diferentemente de 2006, quando ganhou o torneio com relativa comodidade – teve apenas uma derrota -, a equipe gaúcha viveu momentos turbulentos durante a campanha. Esteve à beira da eliminação e chegou a trocar de treinador. Mas, no fim, tornou-se a campeã.

Pensando principalmente na conquista do bicampeonato continental, o Internacional foi buscar em janeiro, no Equador, o técnico uruguaio Jorge Fossati, que faturou a edição de 2008 da Libertadores pela LDU. Além disso, manteve com muito esforço um dos pilares do time, o volante Guiñazu, que chegou a acertar verbalmente um compromisso com o São Paulo. Mas também contratou reforços importantes.

A equipe gaúcha terminou a primeira fase da Libertadores na liderança de sua chave, mas passou como o pior líder. Embora tenha ficado invicta, chegou à última rodada precisando vencer o equatoriano Deportivo Quito, no Beira-Rio, para assegurar a classificação. Venceu por 3 a 0 e pôde comemorar a vaga nas oitavas de final, quando encontraria o Banfield, da Argentina.

Diante do Banfield, o Internacional sofreu para se classificar. Perdeu o primeiro jogo por 3 a 1, na Argentina. Depois, em Porto Alegre, venceu por 2 a 0 e avançou por ter feito um gol fora de casa. Nas quartas de final, ainda mais emoção para o torcedor do time gaúcho: o adversário era o Estudiantes, também da Argentina, que tinha sido o campeão da Libertadores em 2009.

Em Porto Alegre, vitória do Internacional por 1 a 0. No jogo de volta, na Argentina, um tremendo sufoco: os argentinos terminaram o primeiro tempo já com vantagem de 2 a 0. A classificação viria novamente por causa do gol fora de casa, mas com requintes de crueldade para cardíacos. O meia Giuliano, que havia entrado no lugar de D”Alessandro, balançou a rede aos 43 minutos do segundo tempo.

Apesar da vaga nas semifinais da Libertadores, a campanha de altos e baixos custou a demissão de Fossati. O Internacional, então, tentou tirar Mano Menezes do Corinthians. Mas, diante da negativa, convidou outro técnico empregado: Celso Roth, que tinha acabado de chegar ao Vasco. Roth aceitou a proposta e desembarcou pela terceira vez no Beira-Rio ciente da pressão a que seria submetido.

Mas, contando com a paralisação do campeonato por causa da Copa do Mundo, Roth teve tempo para preparar o time. Assim, na retomada da Libertadores, o Internacional voltou muito mais forte. Tanto que eliminou o São Paulo num confronto equilibrado: vitória por 1 a 0 no Beira-Rio e derrota por 2 a 1 no Morumbi – ou seja, novamente se classificou pelo gol marcado fora de casa.

O mais surpreendente é que, depois de tanto sufoco ao longo do campeonato, o Internacional teve uma certa tranquilidade na final. Mesmo jogando no México, ganhou de virada do Chivas por 2 a 1. Com isso, precisou apenas confirmar o título diante de sua torcida, nesta quarta-feira, com mais uma vitória, desta vez por 3 a 2, em casa, apesar do susto de ter ido para o intervalo com desvantagem no placar de 1 a 0, que levava a decisão para a prorrogação.

Relembre a campanha do Internacional na Libertadores:

Fase de grupos

Internacional 2 x 1 Emelec (Equador)

Deportivo Quito (Equador) 1 x 1 Internacional

Cerro (Uruguai) 0 x 0 Internacional

Internacional 2 x 0 Cerro (Uruguai)

Emelec (Equador) 0 x 0 Internacional

Internacional 3 x 0 Deportivo Quito (Equador)

Oitavas de final

Banfield (Argentina) 3 x 1 Internacional

Internacional 2 x 0 Banfield (Argentina)

Quartas de final

Internacional 1 x 0 Estudiantes (Argentina)

Estudiantes (Argentina) 2 x 1 Internacional

Semifinais

Internacional 1 x 0 São Paulo

São Paulo 2 x 1 Internacional

Finais

Chivas Guadalajara (México) 1 x 2 Internacional

Internacional 3 x 2 Chivas Guadalajara (México)

Meta do Inter agora é ganhar o Brasileirão e o Mundial

GIULIANDER CARPES – Agência Estado

A normalidade vai demorar a voltar ao Beira-Rio. O título da Libertadores conquistado nesta quarta-feira colocou o Internacional em festa e ninguém se arrisca a definir uma data para a comemoração acabar. Mas o calendário não dá refresco. Ainda há o Campeonato Brasileiro e o Mundial de Clubes da Fifa pela frente antes do vitorioso ano de 2010 acabar.

A intenção do técnico Celso Roth ainda é poupar alguns jogadores para o reencontro do Internacional com o Brasileirão, neste domingo, diante do Atlético Goianiense, no Beira-Rio. Guiñazú, Tinga e Alecsandro, que sentiram lesões na véspera do jogo contra o Chivas, podem ficar de fora do jogo. Mas a diretoria confia que a vitória contra o lanterna do campeonato, em casa, no meio da festa pelo título continental, não é tarefa das mais difíceis.

A grande prioridade do clube passa a ser o Mundial no final do ano, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. O presidente Vitorio Piffero, no entanto, ainda sonha com o título brasileiro que o Internacional não conquista há 31 anos para fechar com êxito total sua passagem pelo clube – o mandato do dirigente termina no dia 31 de dezembro e ele não pode concorrer pela terceira vez.

“O título brasileiro é o sonho de todo colorado”, lembrou o dirigente. “Recentemente ganhamos o Mundial, agora reeditamos o título da Libertadores e já temos todos os troféus internacionais que poderíamos conquistar. Falta o Brasileiro, que já beliscamos algumas vezes nos últimos anos (o Internacional foi vice em 2005, 2006 e 2009) e temos time para vencer em 2010”.

NADA DE DESMANCHE – O Internacional está na sétima colocação da Série A, com 20 pontos e um jogo a menos (contra o Santos, na Vila Belmiro, que foi adiado), distante 12 pontos do líder Fluminense. Pelo menos tem a certeza de que não vai sofrer um desmanche. Ao contrário de 2006, quando cinco atletas foram negociados após a Libertadores, agora apenas Sandro já tem transferência definida – o volante vai jogar pelo Tottenham, da Inglaterra.

Além de Sandro, apenas Kleber tem chances de sair. Os direitos econômicos do lateral-esquerdo pertencem ao Grupo Sonda, que vai definir na próxima sexta se aceita proposta do futebol árabe pelo jogador. Já trouxe da Grécia o talentoso lateral Leonardo, ex-Portuguesa. “Não temos muito o que mudar até o Mundial. Vamos com um time forte tanto para o Brasileiro quanto para a competição do final do ano em Abu Dabi”, garantiu o vice-presidente de futebol Fernando Carvalho.

Por Cleber – Esse texto de Wagner Vilaron ,mostra como está a cabeça de Neymar com a possível transferência.

Fonte: O Estado de São Paulo

Texto do colunista do Estadão WAGNER VILARON

30 minutos de papo sobre Neymar


Wagner Vilaron, wagner.vilaron@grupoestado.com.br – O Estado de S.Paulo

Na última segunda-feira estive no evento promocional que contou com a participação, entre outros, do técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, e dos dois principais representantes da nova geração de craques do futebol brasileiro, Neymar e Paulo Henrique Ganso. Confesso que prestei pouca atenção ao que Mano falou. O alvo de minha curiosidade estava em duas figuras discretas, que não se separavam e acompanhavam o evento lá do fundo do salão: o empresário de Neymar, Wagner Ribeiro, e o pai do garoto, Neymar da Silva Santos.
Enquanto a cerimônia se desenvolvia, tivemos uns 30 minutos de bate-papo. Tempo suficiente para deixar alguns aspectos bem claros em relação à badalada proposta que o jogador recebeu do Chelsea, da Inglaterra.
Em primeiro lugar, fiquei surpreso com o nível de indecisão do atleta. Mas a surpresa passou rápido quando lembrei que ele tem apenas 18 anos. Seria muita crueldade cobrar esse poder de decisão de alguém que, ali, naquele palco, fazia a barba pela primeira vez na vida.
A explicação para o comportamento do garoto veio do próprio pai. Segundo seu Neymar, o craque tem curtido muito o grande momento que atravessa no Santos e, agora, na seleção. “Quando a torcida aplaude, ele quer ficar. Quando vaia, ele quer ir embora”, disse para explicar a falta de convicção do menino.

O dilema de Neymar fica ainda mais dramático pelo fato de seu pai e de seu empresário defenderem a transferência. A lista de argumentos apresentada pela dupla é extensa. Mas para aqueles que imaginam ser o dinheiro o principal deles, digo o seguinte: é bem provável que vocês estejam certos, afinal, não é todo mundo que tem proposta de 4 milhões (R$ 9 milhões) de salário, fora premiações e direito de imagem.

Porém, na reunião que teve ontem com a diretoria do clube, seu Neymar fez ponderação que merece ser analisada.

Para o pai, o Santos, assim como qualquer outro clube do País, não tem condições de apresentar garantias de que manterá o nível do time nos padrões atuais. “Não é uma questão só do dinheiro. O Santos já perdeu o André, o Robinho voltou para a Europa e o Ganso é só questão de tempo para sair. O que adianta o Neymar ficar sozinho? A responsabilidade que antes era dividida, vai cair toda sobre ele. E nenhum deles consegue jogar sozinho.” Acrescente aí a independência financeira, a oportunidade de oferecer à toda família a chance de viver na Europa e o prestígio de disputar os torneios mais importantes do mundo por um grande time. De fato, depois dessa conversa, confesso que não me atrevo a palpitar sobre qual seria o melhor para Neymar. Falar é fácil.

E só para não reclamarem que não prestamos atenção ao que Mano falava, uma frase do treinador da seleção causou reação. Ao ouvir Mano dizer, durante a entrevista coletiva, que seria melhor para Neymar ficar um pouco mais no Brasil, o pai do craque olhou para o monitor e mandou essa, sorrindo: “Pô, professor, assim você me complica.”


“Prezado Vilaron, a nação holandesa inteira agradece à CBF por ter mantido o Dunga na seleção. Só com ele que conseguimos passar por Brasil desta vez! Sou holandês e vivo há 15 anos no Brasil”

MAURIK JEHEE
SÃO PAULO-SP

Nota da coluna: Caro Maurik, a opinião pública é ávida por heróis e vilões. Nessa linha, me parece inevitável que o Dunga, pelo menos por um tempo, carregue esse fardo de ser o símbolo do fracasso na África do Sul. Mas é importante que reflitamos, sempre, se ele é o único.