Por Cléber – Sem esforço ou dancinhas, Santos goleia o Monte Azul na Vila Belmiro

De luto pela morte do avô de André, alvinegros fazem 5 a 0 no Monte Azul, mas não celebram com coreografias seus gols

FONTE – GLOBOESPORTE.COM


A chuvosa noite deste domingo do Santos, na Vila Belmiro, teve goleada, como nas últimas duas partidas. Mas não teve comemorações coreografada, marca registrada dos Meninos da Vila. no 5 a 0 sobre o Monte Azul, os jogadores do Peixe foram solidários ao atacante André, que perdeu o avô no último sábado, mas, mesmo com a dor da perda – que o fez chorar no momento do Hino Nacional – pediu ao técnico Dorival Júnior para estar em campo.

Com a vitória fácil e sem esforço, o Santos segue na ponta do Campeonato Paulista, com 41 pontos. Já classificado às semifinais da competição, o time cumpre tabela no próximo domingo contra o São Caetano, fora de casa. Antes disso, os atletas, que levaram o time a marca de 54 gols em 17 jogos pelo Paulista, terão dois dias de folga e só voltam a treinar na quarta-feira.

Já o Monte Azul se manteve com 12 pontos, agonizando na 19ª posição. Na próxima rodada, o caçula do Campeonato Paulista recebe o Mogi Mirim.

Peixe na frente sem esforço

A resistência do Monte Azul, time que habita a zona de rebaixamento do Campeonato Paulista, durou 12 minutos na Vila Belmiro. Neymar sofreu falta perto do bico esquerdo da grande área. Na cobrança, a posição parecia mais para o canhoto Paulo Henrique Ganso. Mas foi Marquinhos, com o pé direito, quem abriu o placar na casa santista. Com maestria, o meia acertou o ângulo esquerdo de Luiz Carlos e correu em direção ao camarote de Robinho, mostrando a língua – como faz o Rei das Pedaladas em seus gols.

Cinco minutos depois, Marquinhos assustou novamente a zaga do Monte Azul. Depois de passe de Neymar, ele chutou de fora da área e viu a bola bater no travessão de Luiz Carlos. Para sorte do arqueiro do time interiorano, o pé do meia não mostrou o mesmo calibre do primeiro tento.

Leandro Amaral/Agencia Estado

Santistas se abraçam no primeiro gol de Marquinhos, na goleada sobre o Monte Azul

Com o passar do tempo, o Santos se acomodou e relaxou em campo. Mais frouxo na marcação, a equipe alvinegra assistiu passiva ao chute cruzado de Rafael Chorão, aos 25 minutos. Mas o Santos voltaria a marcar mesmo sem se esforçar muito. E numa falha do goleiro Luiz Carlos.

Na tentativa de se livrar da bola com os pés, o arqueiro acabou dividindo com a redonda com André, que pressionava na frente com Neymar. O rebote caiu no melhor pé esquerdo do ataque santista, para azar de Luiz Carlos. Frio, tranquilo Paulo Henrique Ganso deu um leve toque e encobriu o goleiro do Monte Azul para fazer 2 a 0, aos 36 minutos. Nada de dancinhas nas comemorações. Ele foi ao banco de reservas para abraçar os companheiros.

– O André e o Neymar apertaram e a bola sobrou para mim. O goleiro estava adiantado e acabou ficando mais fácil – disse, simples assim, o camisa 10 alvinegro.

No último lance da partida, Felipe foi acionado pela primeira vez para fazer uma defesa importante. Aos 45 minutos, Neto Maranhão cobrou falta, a barreira abriu e o camisa 1 se esticou todo para garantir o placar.

Goleada sem esforço, sem danças
Na segunda etapa, o Santos seguiu dominando a partida, mas de forma lenta, sem esforços. O time girava a bola no meio-campo e chegava à grande área do Monte Azul, mas falhava nas conclusões. Aos nove minutos, o time visitante ainda perdeu Neto Maranhão, que tentou conter uma arrancada de Léo com um carrinho.

Com um a mais, a torcida santista passou a exigir mais do seu time. Aos gritos, pedia para o Santos ir “pra cima deles”. E o Peixe correspondeu aos apelos das arquibancadas. Após cobrança de escanteio aos 12 minutos, a bola pererecou na área do Monte Azul até encontrar novamente os pés de Paulo Henrique Ganso, que tratou de enfiá-la para o fundo do gol: 3 a 0. E nada de dancinha. Ele e os outros jogadores correram para abraçar André, que perdeu o avô no último sábado.

Sete minutos mais tarde, o Santos consolidava sua goleada, com o auxílio do goleiro Luiz Carlos. Marquinhos cobrou escanteio, e o arqueiro do Monte Azul acabou se atrapalhando com a bola escorregadia e molhada por causa da chuva fina. A trapalhada resultou no 4 a 0 do Peixe.

O placar santista ficou mais elástico depois que Dedê derrubou Maikon Leite na área. Na cobrança de pênalti, a torcida pedia para o goleiro Felipe se arriscar. Mas Neymar pegou a bola e colocou nas mãos de André, aritlheiro do time. Emocionalmente abalado, o camisa 9 bateu nas mãos do goleiro, mas teve frieza para, no rebote, fazer 5 a 0 para o Peixe.

Os outros dez gols de André no campeonato terminaram com dancinhas e coreografias animadas. Mas o 11º tento no Paulista teve lágrimas pela perda de seu avô. Na noite do luto solidário dos Meninos da Vila, a única coreografia que se viu foi nas arquibancadas, com a “ola” dos torcedores.

Por Vander – Internacional perde para o Caxias e se complica no Gauchão

Colorado chega ao sexto jogo sem vitória. Diretoria mantém Jorge Fossati no cargo

Depois  do São José, Caxias bate o Internacional no Gauchão

Depois do São José, Caxias bate o Internacional no Gauchão

FONTE – LANCEPRESS!

A crise do Internacional aumentou. O time do técnico Jorge Fossati completou sua sexta partida sem vitória ao perder por 2 a 0 para o Caxias, neste domingo, no Centenário. O novo fracasso aconteceu três dias antes de um jogo decisivo pela Libertadores – contra o Cerro-URU, no Beira-Rio. Pensando nesse jogo, Fossati preservou D’Alessandro, Sandro e Alecsandro.

Mesmo assim, sua situação, que já era dramática, ficou quase insustentável. Com essa derrota, o Inter precisa vencer o Universidade, na última rodada, para ganhar lugar nas quartas de final do segundo turno do Gauchão.

O Inter até que começou bem a partida em Caxias do Sul. Mas, ao tomar o primeiro gol, numa bola parada, não acertou mais quase nada. E o principal: o Caxias mostrou que não é por acaso que lidera o gGrupo: faltando uma rodada para o fim do returno, completou 12 jogos sem perder no Gauchão e somou 16 pontos. Organizado, e super-motivado, marcou o Inter com competência e saiu para os contragolpes sempre com perigo.

O Internacional teve o domínio total do jogo nos primeiros 25 minutos. Arrematou pouco, é verdade, mas chegou a mandar uma bola no travessão. Mas a partir do gol do Caxias, aos 28, tudo mudou. O time da casa passou a ter o controle do campo, e não permitiu mais nada ao Inter nessa etapa.

De volta ao 3-5-2 – para recuperar a consistência defensiva, como preconizou o técnico Jorte Fossati – o Inter tinha três homens no meio de campo, mas essa inferioridade numérica no setor era compensada pelo avanço dos laterais, Bruno Silva e principalmente Kleber. Os dois se juntavam a Mathias, Guiñazú e Andrezinho.

Aos 17, Andrezinho cobrou escanteio e Sorondo, de pé esquerdo, acertou o travessão. O Caxias se defendia na garra, multiplicando-se na marcação. Às vezes até exagerando na rispidez: o ex-colorado Tiago Saletti pisoteou Edu com os dois pés quando o atacante do Inter estava caído.

O Caxias recuperou o equilíbrio do jogo com uma mudança tática. Recuou o volante Marcos Rogério para marcar Edu, que atuava aberto pela esquerda, e avançou o lateral Alisson para marcar a subida de Kleber. Na esquerda, Edu Silva foi marcar Bruno Silva.

Aos 25, Everton recuou para Cristian Borja, que exigiu difícil defesa de Abbondanzieri. Aos 28, o gol. Marcelo Costa cobrou falta com grande felicidade no ângulo direito, sem chance para o goleiro argentino. Com os nervos no lugar, e explorando a ansiedade do Inter na base da catimba, o Caxias acabou o primeiro tempo mandando em campo.

O Inter voltou com Walter no lugar de Edu, para se juntar a Kleber Pereira, que se movimentava pouco. Mas o Caxias liquidou a fatura logo aos 4 minutos: o lateral-esquerdo Edu Silva pegou um rebote a cinco metros da esquina da grande área e arriscou a bomba de primeira. Acertou. A bola foi como um foguete ao ângulo esquerdo.

A partir daí, o Caxias mudou a estratégia: encolheu-se em seu campo, para sair em contragolpes, sempre puxados pelo meia Marcelo Costa e o atacante Everton. Na frente, o colombiano Cristian Borja se movimentava para os dois lados.

O Inter trocou o zagueiro Sorondo pelo meia Thiago Humberto e foi à luta. Quase descontou aos 17, quando Walter foi ao fundo e atrasou para Andrezinho, na marca do pênalti. Mas o arremate parou na zaga. Aos 25, o Colorado pôde falar em azar. Num entrevero na pequena área, Thiago Humberto tirou do goleiro, mas Anderson Bill salvou em cima da risca. O endiabrado Everton respondeu aos 29: fez fila na zaga colorada e chutou por cima.

O jogo terminou assim: o Inter em cima, pressionando a zaga adversária, e o Caxias sempre pronto para o contra-ataque.

Fossati fica no cargo

Após mais um resultado negativo, o vice-presidente de futebol do Inter, Fernando Carvalho, garantiu que o técnico Fossati segue no comando colorado. Mas até quando?

Por Cézar – No sufoco, Corinthians vence o Majestoso

Com gols aos 45 do segundo tempo, Timão ganha do São Paulo em jogo de sete gols no Pacaembu

Danilo  marcou seu primeiro gol com a camisa do Corinthians

Danilo marcou seu primeiro gol com a camisa do Corinthians

FONTE – LANCEPRESS

46 minutos do segundo tempo. Esse foi o minuto em que o Majestoso deste domingo foi decidido para o Corinthians. Após ficar por duas vezes com a posse da vitória, o Corinthians cedeu o emapte ao São Paulo por 3 a 3, mas no finalzinho, o Timão conseguiu a vitória.

O confronto começou com uma escrita de 8 partidas sem derrotas a ser mantida pelo Corinthians. E a ausência de Felipe, o goleiro alvinegro em todo o período invicto no confronto, poderia fazer a diferença na partida.

A equipe alvinegra começou bem a partida, matendo o controle do jogo no meio campo. Aos 15 minutos de jogo os torcedores mais supersticiosos acharam que não seria o dia do Corinthians. Após uma cobrança de escanteio, Paulo André cabeceou na trave, no rebote, Dentinho acertou o travessão e a bola sobrou para William chutar para a defesa de Rogério Ceni.

Parecia que a bola não entraria no gol do São Paulo. Parecia. Aos 18 minutos, Dentinho puxou um belo contra-ataque, Ronaldo apenas ajeitou e Elias encobriu Rogério Ceni. Bela jogada corintiana. Belo gol de Elias. Era a abertura do placar.

Aos 35, depois de Miranda disputar com Ronaldo e não conseguir afastar o perigo da área tricolor, o ex-são-paulino Danilo acertou um belo chute e marcou seu primeiro gol com a camisa do Corinthians.

A rivalidade e o calor do clássico chegaram ao ápice aos 37 minutos. Washington e Dentinho, aos disputar uma bola no meio campo, se desentenderam. Wilson Luis Seneme não titubeou e, mesmo sob muitos protestos do são-paulino, expulsou os dois atacantes.

Logo em seguida, o São Paulo reagiu. Dagoberto foi à linha de fundo, ganhou de Moacir e tocou pra trás. Jean chegou batendo no contrapé de Rafael Santos e descontou para o São Paulo.

Na volta do vestiário, as equipes tentaram se arrumar com um jogador a menos. No Corinthians, Mano Menezes apenas instruiu seus comandados. Já Ricardo Gomes, optou por Fernandinho no lugar de Léo Lima. Ganhando velocidade e mais espaço no ataque.

Entretanto, aos 7 minutos do segundo tempo foi a vez de outro reforço corintiano brilhar. Roberto Carlos mostrou sua bomba em uma cobrança de falta e Rogério Ceni, com grande falha, aceitou. 3 a 1 para o Corinthians.

Se Rafael Santos estava seguro até o momento, foi a hora de mostrar sua inexperiência e a falta que Felipe fazia. Em cobrança de falta de Hernanes, o camis 12 do Timão soltou a bola nos pés de Rodrigo Souto, que marcou o segundo gol do São Paulo.

Aos 37, em nova cobrança de falta, agora de Cicinho, Rafael Santos saiu mal do gol e, mais uma vez, Rodrigo Souto empurrou para as redes. Sem desistir, São Paulo chegava ao empate, eum grande clássico.

Quando tudo dava a crer que o jogo terminaria empatado, depois de entrar aso 43 minutos no lugar de Ronaldo, Iarley fez boa jogada na lateral, chutou e Alex Silva cabeceou contra o próprio gol. Era o gol da vitória corintiana.

Por Alisson – Florentín, ex-Palmeiras, morre em acidente de carro

Reprodução: ABC Digital (PAR)

Paraguaio que passou pelo Verdão em 2007 tinha 26 anos

LANCEPRESS!

O atacante paraguaio Florentín, conhecido no Brasil por uma rápida passagem pelo Palmeiras, em 2007, morreu na madrugada deste domingo em um acidente de carro no seu país. Segundo a polícia local, haviam quatro pessoas no carro. Além de Florentín, mais um passageiro também foi vitima fatal do acidente.

O acidente aconteceu no quilômetro 65 da Roa Número 2, que fica na região de Eusébio Ayala, no Paraguai. A caminhonete do ex-palmeirense chocou-se em um poste, após bater em um caminhão.

O paraguaio que passou por Gimnasia y Esgrima (ARG), Barcelona (EQU), Nacional e Danubio (URU) e o Alianza Lima (PER). O último clube dele foi o Atenas de San Carlos, do Uruguai.

Por Éder – Petkovic: ‘O pior do Flamengo são seus dirigentes’

Meia diz que sua permanência na Gávea é difícil

Jogador  recebeu nossa equipe no seu escritório (FOTO: Pedro Kirilos)

Jogador recebeu nossa equipe no seu escritório

FONTE – LANCEPRESS

Sentado à mesa em seu escritório, na Barra, de onde comanda seus outros negócios, Petkovic, laptop Macintosh à frente, recebeu a equipe de reportagem do LANCE! para uma entrevista exclusiva. Com sinceridade impressionante, falou abertamente sobre tudo. Da polêmica suspensão imposta por Marcos Braz, vice de futebol, aos recentes episódios com Adriano e Vagner Love, passando pelo orgulho de ser rubro-negro, Pet admitiu estar desconfortável no clube e decepcionado. O sérvio revelou que encerrará a carreira no fim de 2011 e que a vontade de permanecer no clube não é mais a mesma.

CARLOS MONTEIRO: Em recente entrevista, Andrade comentou que você está menos participativo e que não teria motivo para estar magoado. Você mudou mesmo?

PET: Fiquei decepcionado, mas mágoa não guardo. Quando se trata de mim, as pessoas preferem levar tudo à imprensa do que falar comigo. Se o Andrade tinha algo para me dizer, teria de falar comigo e não com a imprensa. Mas isso não aconteceu. Quando dou entrevista não emito opinião sobre as pessoas. Falo do grupo, do clube, que é o que verdadeiramente interessa.

CM: Seu relacionamento com o Andrade mudou, então?

PET: Ano passado, ele conversava muito comigo, mas este ano, nada. Não tivemos nenhuma briga. Não entendo o motivo. Não me meto porque vi que não sou mais consultado para nada. Ano passado ele me consultava bastante. Se estou diferente é porque não há mais liberdade. Então me limito a fazer o meu trabalho dentro de campo. É uma coisa lógica: se dou abertura, a pessoa vem falar comigo e, se a pessoa me dá abertura, vou falar com ela.

ERICH ONIDA: Há jogador que se incomoda com o banco e com ser substituído. Como você se enquadra nessa questão?

PET: Já sentei no banco, entrei, fiz gol, sentei de novo. É normal. Mas por que sou o único que senta no banco? Por que sou o único a ser substituído sempre? Vocês lembram qual foi a última vez que joguei os 90 minutos? Foi contra o São Paulo, no ano passado. Não sei porque acontece isso. Sou substituído sempre, até quando arrebento com o jogo. Estou contando os fatos. Não bato boca, não brigo com ninguém.

EO: Você acha, então, que por sua condição técnica não deveria ser tratado dessa maneira?

PET: Prefiro nem pensar nisso para não ficar sem dormir. Impossível ser eleito o melhor jogador do Brasileiro do ano passado, pelo LANCE! e outros veículos, e sempre ser substituído. Todos têm o direito de jogar mal, se machucar, sair, voltar. Isso é normal. Quando estou mal fisicamente sou o primeiro a falar que não dá para aguentar o jogo inteiro e sento no banco normalmente. Foi isso que aconteceu no início do ano. Nunca briguei com técnico. Teve jogadores que discutiram e continuam jogando.

Petkovic abre o jogo sobre sua situação no Flamengo

// CM: Como vê o desentendimento com Marcos Braz no Fla-Flu? Imagina a pior hipótese: fui sorteado para o exame antidoping, mas fui embora. O que aconteceria?

PET: Sofreria uma punição. Mas não aconteceria nada com o clube. Por que, então, foi levado à imprensa que o clube seria prejudicado? Prejudicaria a mim mesmo. Não deixo de estar errado, por não ter respondido ‘vou voltar’ para o dirigente.
Assumo isso. Prejudicaria o clube indiretamente, se não fizesse o exame, porque ficaria suspenso e não poderia ajudá-lo com as minhas atuações. Mas desde o momento que ameaçaram rescindir o meu contrato é porque o clube não precisa mais de mim.

EO: Você acha, então, que foi uma coisa orquestrada?

PET: Pedi desculpa e mesmo assim fui punido, de uma forma absurda. Isso me magoou muito. Fui suspenso por dez dias, mas fiquei duas semanas treinando sozinho, como se estivesse de quarentena por estar com a gripe suína. Os companheiros no Ninho e eu na Gávea. Não sei se foi uma coisa orquestrada e não me interessa. Dava vontade de falar, mas não podia para não prejudicar a imagem do clube. Roupa suja se lava em casa, mas tem gente que prefere lavá-la em público.

CM: A negociação para renovar o seu contrato está em curso. A vontade de ficar no Flamengo é a mesma do ano passado?

PET: Não. Absolutamente não. E não me sinto mais confortável no clube. Ano passado falaram que iam renovar em dezembro e isso não aconteceu até agora. Para muitos, pode parecer normal, mas para mim não. Quando foi conveniente acertar comigo, na minha volta, o clube acertou. Quando não é conveniente, os dirigentes não encontram a hora certa e ficam esperando. Mas é claro que há possibilidade de renovar, se for bom para ambas as partes.

EO: Como é seu relacionamento com Adriano e Vagner Love?

PET: Muito bom. A gente não sai à noite, mas nos damos bem. O Adriano é uma pessoa muito boa.Tem um coração muito grande e isso às vezes é mal explorado. Isso aconteceu aqui e lá na Itália. O Vagner Love está se comportando muito bem. É um cara tranquilo, brincalhão, profissional. Não deu nenhuma mancada desde que chegou. Nunca usou de regalias. Chega, treina e tem jogado muito bem. Cada um tem seus problemas fora de campo, mas dentro não tenho o que dizer do Vagner Love. Adriano tem seus problemas, que influenciam dentro de campo, mas com Love isso não aconteceu.

CM: Você é um jogador diferente, por sua bagagem cultural. Com você vê essa cultura do futebol brasileiro de dar regalias a jogadores?

PET: Esses comentários sobre regalias chegam à imprensa porque os dirigentes falam. Eu não me importo. Faço o que tenho de fazer para honrar o clube que defendo. Não tento ser correto, eu sou correto. Sei o que tenho de fazer para ser correto. Não me importo o que acontece com os outros. Se alguém não quer treinar, isso não é problema meu, é problema dos superiores, dos dirigentes, dos gerentes. O que importa é que o cara, dentro de campo, se entregue e tenha o mesmo objetivo. Um dirigente admitir isso é um absurdo. Na Europa nunca vi disso.

CM: O que você considera o melhor e o pior do Flamengo?

PET: O melhor, sem dúvida, é a torcida. O pior são os dirigentes. Desde minha primeira passagem, o Flamengo é assim. Trabalhei no Vasco, no Fluminense e no Flamengo. No Vasco, você tinha um cara que decidia tudo. Você tinha o Eurico. Isso é bom. Sabíamos quem fazia as coisas. No Flamengo todo mundo faz e ninguém tem responsabilidade. Muita gente mandando dá problema. Sei lá, talvez pelo tamanho, tem sempre mais gente no Flamengo do que nos outros clubes.

EO: Depois do Zico, você foi até mais ídolo do que Romário e Adriano, pelas conquistas que teve. Você tem a medida exata do que representa para o torcedor?

PET: A medida exata é difícil ter, mas sei que a importância é muito grande. Com o passar dos anos, vi que minha passagem pelo Flamengo se concretizou com títulos. Primeiro o tetratri, a Copa dos Campeões e, agora, na minha volta, com o maravilhoso hexa. Tenho muito orgulho de ser comparado a uma figura tão grande e importante para o futebol brasileiro e mundial como foi o Zico. Quando lembro que o Zico fez mais de 300 gols no Maracanã, percebo o quão grande ele foi. Queria mesmo é agradecer por me compararem com um jogador tão marcante e tão craque como ele é.

EO: Você se arrepende de algo que tenha feito ou deixado de fazer?

PET: Não me arrependo das coisas. Poderia ter feito algumas coisas diferentes. Vejo coisas muito erradas, mas fico quieto e não comento porque não posso. Sou um jogador de bola, nada além disso. Enquanto jogar bola não posso fazer certos comentários, certas coisas que poderia e deveria reagir, mas infelizmente não posso, porque sou funcionário, tenho um contrato em vigor e comprometimento.

EO: Depois de parar, você pensa em ligar sua imagem ao Flamengo, como dirigente ou treinador?

PET: O Flamengo tem seus problemas como qualquer clube brasileiro. No futuro, os que passarem têm de pensar mais na instituição, que merece ter pessoas mais comprometidas, mais responsáveis, porque atrás delas têm uma torcida enorme e maravilhosa. Então, como vai ser o meu futuro não se sabe. Tudo vai depender de quem estiver gerenciando o clube e isso muda de três em três anos.

Por Zé Reis – Império do Amor resolve mais uma vez para o Flamengo

Adriano e Love marcaram os gols da virada Rubro-Negra no Engenhão

Love se  empenhou e foi premiado com o gol da vitória

Love se empenhou e foi premiado com o gol da vitória

FONTE – LANCEPRESS!

Mais um jogo complicado e mais uma vitória. O Flamengo recebeu o América no Engenhão e contou com a eficiência de Adriano e Vagner Love para vencer de virada por 2 a 1. O resultado garantiu o Rubro-Negro na semifinal da Taça Rio e complicou a vida do time rubro na competição.

Preocupado em resolver logo a partida, o Flamengo tocava a bola e tentava sair em velocidade nos primeiros minutos. Mas apesar dos espaços generosos deixados pela defesa do América, o Rubro-Negro errava passes decisivos e ainda deixava os contra-ataques para o adversário. E foi em um desses lances, logo aos cinco minutos, que o placar foi inaugurado. Gerson lançou bola na esquerda para Jones, que acertou belo chute e marcou.

O gol sofrido serviu para acordar a defesa rubro-negra, que um pouco mais atenta, diminuiu os espaços e facilitou o trabalho do meio de campo. Mais solto, o time desandou a criar a perder chances. Até que Vagner Love invadiu a área e foi derrubado por Claudemir. Pênalti cobrado por Adriano, que marcou o 11º dele no Carioca.

Com o placar igualado, as duas equipes tiveram boas chances para pular na frente, mas o primeiro tempo terminou mesmo em 1 a 1.

A etapa final começou com um pouco mais de movimentação. Vagner Love teve chance de virar após linda jogada, mas Roberto evitou. O América, por sua vez, também acreditava, mas esbarrou no goleiro Bruno várias vezes. As coisas ficaram até mais fáceis quando Jones, que vinha bem, fez falta dura em Willians e foi expulso. Mas o Flamengo desperdiçou várias jogadas e ainda possibilitou que o rival chegasse com perigo.

Mas quem tem o Império do Amor, sempre pode contar com ele. Aos 36, Léo Moura fez cruzamento perfeito e Love subiu para cabecear com categoria e virar o jogo, garantindo mais um triunfo. No fim, Gerson ainda parou saída rápida do Flamengo e foi o segundo expulso do América, mas o placar não se alterou.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 2 X 1 AMÉRICA

Estádio: Olímpico João Havelange (Engenhão), Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 28/3/2010 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Flavio Manoel da Silva (RJ)
Renda/Público: Não disponíveis
Cartões Amarelos: Toró, Vagner Love, Willians, Fabrício, Petkovic, Ramon (FLA); Claudemir (AME)
Cartões Vermelhos: Jones, 14’/2ºT (AME); Gerson, 38’/2ºT (AME)

GOLS: Jones, 4’/1ºT (0-1); Adriano, 24’/2ºT (1-1); Vagner Love, 36’/2ºT (2-1)

FLAMENGO: Bruno, Leonardo Moura, David, Fabricio e Juan; Toró (Petkovic, 18’/2ºT), Willians, Kleberson (Maldonado, intervalo) e Vinícius Pacheco (Ramon, 27’/2ºT); Vagner Love e Adriano. Técnico: Andrade.

AMÉRICA: Roberto, Claudemir, Fábio Braz, Luciano Almeida e Gerson; Mael, Josiel, Bruno Reis (Da Costa, 39’/2ºT) e Jones; Paty (Daniel Morais, 29’/2ºT) (Emerson, 43’/2ºT) e Adriano. Técnico: Gabriel Vieira.

Por A.Tiago – Vergonha

Palmeiras empata em casa com o poderosíssimo Mirassol

Palmeiras não consegue sair do empate com o mirassol, o time fez feio diante dos 3.764 torcedores que corajosamente foram ver o time jogar. Com esse resultado o time praticamente está sem chances matemáticas de se classificar ( oque ja não era grande) e ainda por cima parte da torcida chamou o técnico Antonio Carlos de “burro”.Vergonhoso para um time tão grande como o Palmeiras não se classificar para as finais de um mero campeonato paulista, se continuar assim não quero ver nem o resto da Copa do Brasil e o Brasileirão.

Por Rogerinho – Tabu e crise esquentam o clássico Majestoso

Corinthians e São Paulo se enfretam no Pacaembu buscando mais do que apenas três pontos

FONTE – LANCEPRESS!

Neste domingo, Corinthians e São Paulo se enfrentam no Pacaembu e nunca o clássico Majestoso teve tanto valor. Além da vitória, as equipes jogaram pela classificação no Paulistão e contra a crise, já que ambos os times vêm de uma derrota.

Na última rodada, o Corinthians perdeu do Paulista e, com 26 pontos, saiu do G4. Já o São Paulo, apesar de ainda estar na 3ª colocação na tabela com 30 pontos, perdeu para o Bragantino, que luta contra o rebaixamento.

O Corinthians, para buscar a vitória, se baseia no retrospecto positivo, tanto na história como nos últimos confrontos. O Timão não perde para o São Paulo há oito partidas. O último revés corintiano foi em 2007. No geral, são 108 vitórias do Corinthians, 92 empates e 88 triunfos do São Paulo.

Após criar polêmica mostrando o dedo indicador para um grupo de torcedores, Ronaldo quer se desculpar com a torcida marcando gols no clássico e, para isso, conta com o apoio dos corintianos. O Fenômeno espera superar a má atuação que teve no último jogo do Timão.

– Entendo as críticas do torcedor nesta hora e aceito todas elas. Temos um jogo importantíssimo contra o São Paulo, na nossa casa, e é hora de contarmos com o apoio da arquibancada para seguir na luta no Campeonato Paulista – disse o camisa9.

No lado oposto, não é só o tabu que move o São Paulo. Apesar de estar na terceira colocação, uma derrota pode colocar em risco a classificação para as semifinais. Depois do clássico, o Tricolor tem dois confrontos diretos contra Botafogo e Santo André.

– Se perder, temos grande chance de ficar fora. O Corinthians encosta, outro times também, então corremos um grande risco de ficarmos fora. Até o empate pode ser ruim para os dois – afirmou o atacante Washington, que volta à equipe.

Ricardo Gomes já definiu o time, mas não vai revelar antes. A única dúvida é na lateral direita. Se Cicinho não jogar, Jean será mais uma vez improvisado na posição. O São Paulo já disputou dois clássicos neste ano e perdeu os dois.

FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO X CORINTHIANS

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 26/03/2010 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Auxiliares: José Antônio das Couves (SP) e Marco Antônio Abade (SP)

CORINTHIANS: Rafael Santos; Moacir, Paulo André, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Jucilei e Danilo; Ronaldo e Dentinho. Técnico: Mano Menezes.

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean (Cicinho), Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Rodrigo Souto, Cleber Santana, Hernanes e Léo Lima; Dagoberto e Washington. Técnico: Ricardo Gomes.

Opinião Pessoal – Olá internautas que curtem nosso BLOG, a minha opinião sobre esse clássico é que o São Paulo tem obrigação de mostrar um bom futebol, ir pra cima, tomar a iniciativa do jogo e não ser medroso como foi contra o Santos e Palmeiras.

Temos muito mais time e temos que ter competência pra ganhar do Corinthians e darmos uma arrancada rumo a classificação do Paulistão e Libertadores.

Vamos pra cima São Paulo e ganhar desse time que está apenas na 6ª colocação e 4 pontos atrás do Tricolor.

Por Rogerinho – Giro do Futebol

Galera do BLOG do ICFUT, é so clicar nos links abaixo que vai direto para a notícia.

FONTE – GAZETA ESPORTIVA.NET

  1. Rapidinhas do Verdão no Palestra
  1. Pelotas vence e entra na zona de classificação
  2. Vasco cobra de volta R$ 135 mil de Eurico Miranda
  3. Figueira goleia Juventus e assume liderança provisória
  4. Red Bull bate Briosa e avança na A-3. Comercial também vence.
  5. Casa de apostas não contará gols de Henry na Copa
  6. Ficha Técnica: Rio Claro 1 x 3 Bragantino
  7. Corinthians e São Paulo duelam por reação antes da Libertadores
  8. África do Sul vence amistoso contra Desportivo Brasil
  9. Ficha Técnica: Paulista 1 x 0 Rio Branco
  10. Ficha Técnica: São Caetano 2 x 0 Ponte Preta
  11. Já classificado, Atlético-GO vence e afunda Itumbiara
  12. São Caetano vence Ponte Preta e se aproxima do G-4
  13. Paulista vence Rio Branco e deixa a zona de rebaixamento
  14. Treinador do Verdão se defende das vaias e minimiza boicote
  15. Bragantino bate Rio Claro e se distancia da degola
  16. Sobre jejum de gols no Galo, Tardelli garante: “Alguém vai pagar”
  17. Caxias aparece na vida de Fossati antes da decisão de seu futuro
  18. Portuguesa e Grêmio-SP fazem duelo decisivo pelo G-4
  19. Classificado, Santo André pega Mogi Mirim pensando em ponta
  20. Boa fase do Grêmio será testada contra o Esportivo
  21. Guarani encara Catanduvense para evitar outro vexame
  22. Garantido na ponta, Cruzeiro joga com reservas no domingo
  23. Definidos os classificados, mineiros lutam por vantagens
  24. Reforçado, Galo muda esquema para chegar à vice-liderança
  25. Com Neymar, Santos tenta manter liderança contra Monte Azul
  26. Coxa recebe o Timãozinho para manter a liderança
  27. Abalado por revés, Paraná tenta se reabilitar diante do Paranavaí
  28. Precisando da vitória, Duque de Caxias encara Macaé
  29. Pressionado, Vasco joga por sobrevivência contra Fluminense
  30. Flamengo joga ‘pelo Vasco’ contra o América-RJ
  31. Para colocar a mão na taça, Sport joga clássico contra Santa
  32. Bangu afunda Tigres e fica perto da Série D. Resende respira.
  33. Zaragoza vence Valencia e se afasta da zona da degola
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Por Vander – Para Belluzzo, ameaças de morte partem de pessoas ligadas ao clube

Presidente palmeirense comenta sobre cartas recebidas no início do mês e sobre permanência à frente do Alviverde: ‘Deus dirá quanto tempo vou ficar’

GLOBOESPORTE.COM São Paulo

Belluzzo: “Minha administração não deu certo”

Depois do empate em 1 a 1 com o Mirassol, pela 17ª rodada do Campeonato Paulista, o presidente palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo comentou sobre as quatro cartas que recebeu com ameaças de morte. Segundo o mandatário alviverde, as providências já foram tomadas para que os responsáveis sejam punidos. Além de registrar um boletim de ocorrência, ele comunicou o fato ao Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, e ao governador do Estado, José Serra.

Apesar de as cartas terem como assinatura “Torcida independente”, nome da principal organizada do rival São Paulo, Belluzzo acredita que as ameaças tenham partido de pessoas ligadas ao clube alviverde.

– Acho que é uma coisa muito mais próxima do clube, não é torcedor. Eu não estou fazendo nenhum juízo, mas isso foi o que me foi dito pelos investigadores. Não estou dizendo que seja coisa de conselheiro, de maneira alguma. Eles são incapazes de fazer isso. Mas de gente ligada ao clube. O (Alberto) Dualib no Corinthians (ex-presidente) recebeu o mesmo tipo de coisa – disse Belluzzo à Rádio Globo.

No comando do clube desde o início da temporada passada, Belluzzo vem sendo alvo constante de críticas dos torcedores. Na porta do Palestra Itália, antes do jogo com o Mirassol, torcedores da principal organizada do Alviverde exibiram faixas chamando o mandatário de “pipoqueiro”.

Belluzzo reconheceu que sua administração na parte do futebol não tem conseguido resultados expressivos. Na temporada passada, o time foi eliminado na semifinal do Paulista, depois de ter liderado boa parte da competição. Na Libertadores, caiu frente ao Nacional (URU), nas quartas de final da competição. No Nacional, o time liderou o torneio por 19 rodadas, mas terminou a disputa no quinto lugar, sem taça ou vaga na Libertadores.

– Eu tenho duas questões que quero ver se encaminho no Palmeiras, início da Arena multiuso, e outra é que tenho de cuidar da administração financeira do clube. Comparada a alguns clubes, estão melhores, mas ainda assim é ruim. Deus dirá quanto tempo vou ficar. Temos de reconhecer o que deu certo e o que tem que mudar. E minha administração, do ponto de vista do futebol, não deu certo, algo tem que mudar. O resultado é o que importa, não adianta dar desculpas. As pessoas fracassam na vida. Temos que reconhecer nossos erros. Minha biografia de 68 anos está feita. Não vou insistir no que não está dando certo e prejudicar meu clube, apenas por questão de vaidade e presunção.