Por Silvana – Empate no Clássico Catarinense.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br

Clássico entre Avaí e Figueirense termina empatado em 1 a 1

Willian, aos 49 do segundo tempo, empatou a partida para o Figueira

Rodrigo Celente

Teve quase tudo no clássico disputado entre Avaí e Figueirense. Lances ríspidos, polêmicos, muita briga e discussão, em especial, no fim da partida. Faltou, sim, um grande futebol. Por isso, o resultado de 1 a 1 é o que melhor representa o jogo disputado na noite desta quarta, dia 24, na Ressacada, pela sexta rodada do Returno do Estadual. Ninguém foi efetivamente muito superior. Com o empate, o Avaí soma 13 pontos. O Figueirense alcança os 11. Rafael, capitão do Avaí, marcou logo no começo do segundo tempo. Willian, que chega ao seu terceiro gol contra o rival, aos 49 do segundo tempo deixou tudo igual.

Começo azul
O Avaí iniciou o jogo de forma mais envolvente. Sávio e Caio davam trabalho aos zagueiros do Figueirense. O time marcava na frente, roubava a bola e ia pra cima. Leonardo teve uma grande chance. Wilson salvou. Demorou um pouco até Márcio Goiano conseguir orientar a marcação. Porém, aos poucos, a equipe do Estreito, foi conseguindo sair da marcação avaiana e começou a equilibrar o jogo.

Arbitragem confusa
Luiz Orlando de Souza atraiu pra si todo o foco do clássico. Errou ao não expulsar Jeovânio. Poderia ter evitado tantos minutos de acréscimos, mas que fazem parte do jogo. Distribuiu cartões de forma um pouco exagerada.

Detalhes, sempre eles
Todos sabem de cor e salteado que num clássico, o que vai determinar a vitória são os cuidados com os detalhes. Uma bola parada, uma falha na marcação. O Avaí marcou o seu gol após uma rateada dos zagueiros alvinegros. A bola, limpa, ficou nos pés do capitão Rafael, que só deu um toquinho: 1 a 0. Depois do gol, Márcio Goiano mexeu no time. Colocou Jean Carioca para explorar as jogadas pelos flancos. Chamusca, do outro lado, pôs Vandinho. O duelo seguia parelho. O Avaí passou a explorar os contra-ataques. O Figueirense dava espaços. A marcação não era firme. A torcida avaiana cantava nas arquibancadas. Imaginava um grande desfecho.

Figueiretion no final
O jogo se encaminhava para uma vitória do Leão. O Avaí descia com perigo pela esquerda. Rodrigo Thiesen teve uma boa chance. Nos minutos finais, a equipe de Péricles Chamusca recuou demais. Trouxe o Figueira para o seu campo. Deveria, sim, era controlar a bola no campo de ataque. Foi fatal. Na base da força de vontade os comandados de Márcio Goiano se jogaram ao ataque. Zé Carlos fez duas boas defesas. Na sequência, dois escanteios. Wilson foi para o ataque. A zaga do Leão falha. Afasta errado. Willian bate. A bola passou por quatro jogadores e morreu no fundo das redes. Logo após o gol de empate, que foi comemorado de forma vibrante e até provocativa, a torcida alvinegra cantou e dançou o Rebolation.

Por A. Tiago – Futebol Paraense.

Fonte: Diário do Pará

Papão empata com Independente em 3 a 3 em Tucuruí

O empate caiu do céu para os bicolores, que jogavam com 1 a mais

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô, mas que calor, ô ô ô ô ô ô… Esse início de marcha carnavalesca caracteriza o que foi o jogo de ontem em que Independente e Paysandu ficaram no 3 a 3, em Tucuruí. A partida fez parte da primeira rodada da Taça Estado do Pará e com um ponto cada, o Papão já se volta para o combate com o Santa Rosa no próximo sábado na Curuzu, enquanto o Galo Elétrico enfrenta em casa o São Raimundo, domingo que vem.

A etapa inicial foi de sol forte, e jogo fraco. O time de Samuel Cândido sofreu uma baixa logo no início, quando o goleiro Kanu levou cartão vermelho, no lance de pênalti que resultou no gol de Bruno Rangel. A primeira impressão foi de que os bicolores detonariam o adversário logo no início, mas a ausência de oito titulares pesou e o que se viu foram poucos lances de perigo, com um Galo bastante ofensivo para cima dos visitantes, mas com erros de finalização.

O segundo tempo voltou com Marçal virando o jogo para os tucuruienses, com dois gols seguidos, botando fogo na já escaldante partida. A solução foi Moisés entrar no lugar de William, pelo azul e branco. Mas o 2 a 1 não durou muito e o zagueirão Rogério Corrêa cuidou de igualar a partida para os alvicelestes. Mas o que Charles Guerreiro e companhia não esperavam é que Fávaro tivesse que derrubar o atacante Gian Carlos para impedir o gol da virada. De nada adiantou, pois foi pênalti e o lateral Lima reverteu para o Galo.

Com o placar negativo, o técnico do Papão resolveu apostar no Zé da Fiel em lugar de Bruno Lança, mas foi dos pés de Bruno Rangel, ou melhor, da cabeça do atacante, que saiu o gol do empate que definiria a partida. (Diário do Pará)

Pantera ralou e levou vitória sobre Santa Rosa

São Raimundo mantém boa fase estreando com vitória sobre Santa Rosa em Belém

Foi suado, difícil, complicado. Contudo, como quem promete, cumpre, o São Raimundo começou o segundo turno do Campeonato Paraense com vitória. A vítima foi o Santa Rosa que, mesmo se mostrando esforçado e dedicado, não conseguiu segurar o ímpeto maior do time santareno. Com quase ninguém presente no Mangueirão na tarde de ontem para prestigiar a partida, no duelo das Panteras, a que se deu melhor foi a de Santarém.

No primeiro turno, o São Raimundo perdeu para o Santa Rosa. A derrota não foi considerada normal, pois o clube havia se reforçado e vinha da conquista de um título brasileiro – a Série D. Por isso, o técnico Flávio Barros afirmava categoricamente que a coisa, dessa vez, iria ser diferente. Era hora de mostrar que o Mundico realmente estava em franca ascensão.

Porém, por pouco, mais uma vez o Santa Rosa pregava uma peça no adversário. O técnico paranaense Luis Ramos colocou o seu time bem armado no gramado do Colosso do Tapajós, e aos 21 minutos do primeiro tempo Erick acertou bom chute abrindo o placar: 1 a 0. O que parecia ruim, fico pior. O atacante Max Jarí se contundiu e no seu lugar entrou Ítalo, que viria a ser o herói da partida.

Depois de um intervalo que se estendeu acima do normal, parecia que os santarenos viriam com tudo no início de partida. Parecia. Isso porque Flamel levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. E, incrivelmente, foi nesse momento que o Mundico cresceu. Com 17 minutos, Ítalo recebeu e não perdoou: 1 a 1. E no apagar das luzes, ele, Ítalo novamente, fez o vira-vira: São Raimundo 2 a 1, placar final. O Santa Rosa agora enfrenta o Paysandu, no sábado (27), às 18h, na Curuzu e a Pantera joga contra o Independente Tucurui, no domingo (28), às 16h, no estádio Navegantão. (Diário do Pará)

Remo vai de Marlon no meio-campo contra Tartaruga

A partir de hoje, Remo inicia batalha para faturar o returno

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. A música de Paulo Vanzolini não foi uma composição específica voltada ao futebol. Mas, o refrão serve para ilustrar o momento do Clube do Remo. Após apenas observar o rival Paysandu se sagrar campeão do primeiro turno, os azulinos, que nas finais tinham a vantagem de jogar por resultados iguais para faturar a taça, fizeram o esforço para levantar a moral, sacudir e chegou a hora de dar a volta por cima.

O Remo pega o Ananindeua hoje, a partir das 20h30, no Baenão, pela primeira rodada do segundo turno do Parazão 2010. O pensamento é um só: a vitória. Caso contrário, a crise pode se instalar de uma vez por todas no Baenão.

“O primeiro turno já é página virada”, disse o centroavante Marciano, artilheiro da equipe. Sem Sinomar Naves, desligado do clube após o vice-campeonato do turno de abertura, os auxiliares da comissão técnica, José Jorge e Benedito Gamboa, se desdobrarão para comandar a equipe. O novo treinador, Giba, ainda não assumirá as funções.

MAIS DO QUE TUDO

O detalhe é que a conquista dos três pontos, além de recolocar o Remo nas primeiras colocações do returno, abrirá uma vantagem igual a oito pontos sobre o Independente Tucuruí, até agora, o principal concorrente à vaga da série D do Campeonato Brasileiro.

Do lado do Ananindeua, Mário Henrique, o Mariozinho, reestreia no comando técnico. A ideia é arrancar pontos em pleno Baenão e, definitivamente, apagar a má impressão deixada ainda do primeiro confronto entre as equipes, quando os remistas sapecaram incríveis 6 a 0. O Leão recuperará a autoestima? É o que veremos.(Diário do Pará)

Por Cézar Alvarenga – Coritiba X Paraná

Fonte: Gazeta do Povo-PR

Clássico testa a força do regulamento

Com todas as vantagens, Coritiba tem a chance de praticamente sepultar as chances do Paraná no Estadual. Time da Vila Capanema precisa surpreender para pôr fogo na competição

É apenas a primeira rodada do octogonal. Mas, por força do regulamento, será a primeira decisão para o favorito Coritiba. Já para o azarão Paraná, sem pontos-extra ou supermando, uma final de fato. Alviverdes e tricolores se enfrentam às 19h30 no Couto Pereira.

// <![CDATA[// Uma derrota paranista na casa do rival praticamente sepulta as chances de o troféu ir para a Vila Capanema. Do lado oposto, um revés esta noite pode jogar por terra boa parte da vantagem obtida – os dois pontos extras – ao longo da fase classificatória do Estadual.

O técnico paranista Marcelo Oliveira refuta a possibilidade de um tropeço na partida desta noite – o que daria ao Coxa uma vantagem de cinco pontos sobre seu time. “Vamos pensar de uma forma mais positiva. Se o Paraná vencer, quem sabe tornaria o campeonato, que tem um regulamento estranho, um pouco mais equilibrado”, diz.

No Alto da Glória, o treinador Ney Franco se apega ao chavão. “Quem errar menos leva o título”, avisa, para emendar na sequência. “Temos de entrar forte nesse primeiro jogo para, no mí­­nimo, manter a vantagem em cima do segundo colocado”, afirma ele, ao lembrar que o Atlético está na cola.

O Rubro-Negro ganhou um ponto extra pelo segundo lugar na primeira fase. Ontem, o rival estreou com vitória sobre o Corinthians-PR e assumiu a liderança provisória, obrigando o Coritiba a vencer o clássico.

Franco reconhece que a cobrança em cima do Coxa será grande, especialmente pelo histórico recente, tanto de insucessos (o jejum de títulos e o rebaixamento para a Série B em 2009) quanto da bela campanha até então no Estadual 2010.

“Tivemos a competência de fazer a primeira fase liderando. Agora é, no mínimo, fechar esse campeonato em primeiro lugar”, cobra. Ele, no entanto, não acha que o Coritiba está no ápice. “É uma equipe que, como muitas no Brasil, ainda tem muito a evoluir”.

O Paraná chega ao clássico embalado por uma série de dez jogos consecutivos sem derrotas – fato que internamente é considerado um feito, especialmente pelos problemas administrativos e na montagem do time.

Além disso, traz na memória a boa lembrança de ter acabado com a invencibilidade do Coritiba, na 9ª rodada da primeira fase. O Tri­­color venceu por 1 a 0, no Estádio Fernando Charbub Farah, em Pa­­ranaguá, quando o Couto Pereira ainda estava interditado. “Dali, ressuscitamos no Campeonato Paranaense”, lembra o volante Chicão.

No campo das estatísticas, o Tricolor não vence um Paratiba no Couto há 14 anos (a última vitória foi o 1 a 0 em julho de 1996 que deu o título estadual ao Paraná). Ney Franco dá de ombros para o passado: “O Paraná não é o único clube no Brasil que vive problemas financeiros e mesmo assim o Marcelo está fazendo um ótimo trabalho.”

O jejum de vitórias em clássicos contra o Alviverde no Alto da Glória não diminui a empolgação dos atletas por um resultado positivo hoje. “Tabus não são para serem quebrados?”, pergunta o lateral-esquerdo Pará. A força da defesa menos vazada do Para­­naense (ao lado do Atlético, com oito gols sofridos) e a forte marcação serão as armas tricolores para o confronto.

Por Cleber Aguiar – Botafogo-RP x Santos

Fonte: Tribuna – Santos-SP


Confronto

Peixe encara Botinha em busca de classificação antecipada às semifinais

Elenco alvinegro vai jogar com a mesma formação usada na goleada contra o Remo/PA e o Ituano

Créditos: Rogério Soares

Precisando de uma vitória para garantir matematicamente sua vaga às semifinais do Paulistão, com três rodadas de antecedência, o Santos enfrenta o Botafogo/SP nesta quinta-feira, às 21 horas, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto.

O Botinha, por sua vez, ainda sonha com uma vaga no G4. Para se manter na briga, precisa brecar os meninos da Vila.

O time da Vila Belmiro lidera o estadual com 35 pontos. Se vencer, vai a 38 e não sai mais do G4, independentemente do que ocorrer nas três últimas rodadas. O Botinha tem 25 pontos e briga pela quarta vaga com Grêmio Prudente, Portuguesa e Corinthians.

Pelo segundo jogo consecutivo, o Santos não poderá contar com suas duas principais estrelas. Robinho ainda não se recuperou de uma inflamação muscular na coxa esquerda. Já Neymar terá de cumprir mais um jogo de suspensão por sua expulsão contra o Palmeiras, domingo retrasado.

O meia Wesley, que vinha atuando na lateral-direita, também está fora: cumpre suspensão por sua expulsão contra o Ituano, no último domingo. Maranhão, que seria o substituto, sentiu dores musculares no treino da última quarta-feira e está vetado.

Na vaga de Neymar, Madson. E sem o Rei das Pedaladas, o técnico Dorival Júnior mantém Marquinhos no time, dividindo a armação das jogadas com Paulo Henrique Ganso. Esse esquema (o tradicional 4-4-2) foi utilizado nos dois últimos jogos e aprovado com louvor: o time goleou o Remo, por 4 a 0, pela Copa do Brasil, e o Ituano, por 9 a 1, pelo Paulistão.

Já na lateral-direita, Dorival ainda não decidiu se escala George Lucas, que está recuperado de lesão, ou improvisa o volante Roberto Brum.

Defesa reforçada

O técnico José Galli Neto, do Botafogo/SP, poderá contar com as voltas do volante Rodrigo Pontes e do lateral-direito Jonas, que cumpriram suspensão contra o Paulista, de Jundiaí. A equipe de Ribeirão tem a terceira melhor defesa do estadual, com 14 gols sofridos em 15 jogos. Somente Corinthians e São Paulo têm desempenho melhor: ambos levaram 13 gols.

Ficha Técnica

Botafoto/SP: Wéverton; Jonas, Cleiton, Leandro Amaro e Andrezinho; Rodrigo Pontes, Augusto Recife, Ademir Sopa e João Henrique; William e Ricardinho. Técnico: José Galli Neto.

Santos: Felipe; George Lucas (Roberto Brum), Edu Dracena, Durval e Pará; Rodrigo Mancha, Arouca, Marquinhos e Paulo Henrique Ganso; Madson e André. Técnico: Dorival Júnior.

Estádio: Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP). Data: 25/03/2010, às 21 horas.

Árbitro: Edson Reis Pavani Junior. Auxiliares: Maria Eliza Correia Barbosa e Daniel Paulo Ziolli.

Por Cleber Aguiar – Bastidores da Vila Belmiro Complicado !

Fonte: Tribuna – Santos-SP

Ponto final?

Rumo da política financeira santista será definida em reunião nesta noite

De A Tribuna On-line

Luis Álvaro espera fim da polêmica nesta noite; Teixeira ressalta críticas ao parecer da comissão

Créditos: Montagem/Irandy Ribas/Luiz Fernando de Menezes

Os bastidores do clube mais ovacionado na temporada 2010 do futebol brasileiro não andam tão bem quanto o desempenho do time dentro de campo.

Uma hora antes da partida entre o líder do Paulistão Santos e o sexto colocado Botafogo/SP, o Conselho Deliberativo santista se reúne nesta quinta-feira, às 20 horas, na Vila Belmiro, para discutir e votar o Demonstrativo Financeiro de 2009.

Uma possível chance de pôr um ponto final na polêmica levantada durante a transição de gestões (de Marcelo Teixeira, ex-presidente, para a de Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, atual mandatário).

A polêmica se dá pelo valor da dívida alvinegra, segundo o Conselho Fiscal santista, avaliada em R$ 177 milhões, envolvendo diversas questões consideradas mal explicadas: a venda de parte dos jovens talentos do clube por valores avaliados como “irrisórios”; o empréstimo do meia Rodrigo Tabata ao Gaziantepspor (Turquia), clube que atrasou parcelas de pagamento pelo jogador e consequentes multas (nunca cobradas pela diretoria anterior); tributos retidos e não recolhidos e empréstimos feitos pela Universidade Santa Cecília, de propriedade da família Teixeira.

O Balanço Orçamentário de 2009 do Santos foi aprovado por uma auditora independente, a Directa. Entretanto, a Comissão Fiscal do Conselho do Peixe rejeitou as contas da diretoria anterior, do ex-presidente Marcelo Teixeira, mandatário do clube entre o ano 2000 e 2009.

Em contato com A Tribuna On-line, Luis Álvaro afirmou que tomaria conhecimento do relatório na manhã desta quinta-feira. O presidente retornou nesta segunda dos EUA, por ocasião do amistoso entre Santos e RB New York. Na sequência, teve que viajar a Brasília.

“Eu não li o parecer fiscal, ainda. Mas li as notícias sobre o assunto e tenho informações. Eu acho que reflete a situação do clube em 31 de dezembro (do ano passado)”, comentou o atual presidente, se referindo à gestão anterior.

O mandatário alvinegro, que confirmou presença na reunião desta noite, espera que ela seja dividida em duas partes: uma para tratar do balanço financeiro do clube e outra sobre os problemas gerenciais da presidência anterior. “Espero que a polêmica se resolva nesta noite. Que seja instaurada uma investigação dos problemas gerenciais, por um órgão competente, com base em documentos e direito de defesa, o que, para mim, parece ser o mais democrático”, completou Luis Álvaro.

Marcelo Teixeira, por meio de seu assessor Aldo Neto, explicou que esteve à disposição da imprensa na última quarta-feira e que, então, evitaria novas declarações até o horário da reunião. O assessor confirmou a presença de Teixeira, já que ele é membro do Conselho santista.

Na edição desta quinta-feira do jornal A Tribuna, o ex-mandatário opinou que o parecer do Conselho Fiscal foi analisado “com ranço político”. Teixeira criticou ainda o fato de a Comissão Fiscal não ser composta por profissionais da área (apenas um, Reinaldo Marino, presidente da comissão) e ter alegado falta de condições para acompanhar mensalmente o Demonstrativo Financeiro do exercício de 2009. “Ao contrário da auditora independente (Directa), que acompanhou na íntegra e encerrou seus trabalhos dia 31 de outubro de 2009”, explicou o ex-presidente.

OPINIÃO CLEBER AGUIAR ICFUT – Amigos Santistas desse blog nessa discussão confio no Luís Alvaro porque administração Marcelo Teixeira não era uma total transparência, então prefiro esperar pra ver o que vai acontecer nos próximos capitulos.

ICFUT – Giro pelo futebol 25/03/2010

Fonte: Futebolinterior.com.br

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Por Silvana – E dá-le MENGÃO!!!!

Fonte: GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Império do Amor ‘bate ponto’ contra o Tigres, e Fla praticamente garante vaga

Após dez jogos, Adriano e Vagner Love marcam no mesmo jogo, e Rubro-Negro faz 3 a 1. Só combinação de resultados impediria classificação.

Há dez jogos – ou desde o dia 3 de fevereiro – os dois integrantes do Império do Amor não marcavam no mesmo jogo. De lá para cá, viveram uma série de problemas extracampo, com polêmicas e visitas à delegacia agendadas. Nesta quarta-feira, Adriano e Vagner Love colaboraram para a vitória de virada do Flamengo por 3 a 1 sobre o Tigres. A partida ocorreu num semideserto Engenhão – com pouco menos de dois mil pagantes.

Apesar do triunfo, o Flamengo teve atuação preguiçosa, sobretudo no primeiro tempo. A escalação de Petkovic não surtiu efeito, e a lentidão facilitou o trabalho do adversário. No segundo tempo, com Vinícius Pacheco, o time melhorou e criou diversas chances, muitas delas desperdiçadas por Vagner Love. Ele acertou o alvo em uma delas e manteve a liderança da artilharia do Estadual, com 11 gols.

Logo atrás está o Imperador, com dez. Mas nem os dois gols que fez nesta quarta fizeram surgir o sorriso no rosto do emburrado artilheiro. Quem não escondeu a felicidade foi Maldonado. O chileno voltou após quatro meses de inatividade por causa de cirurgia no joelho esquerdo e teve o trabalho facilitado pelo fraco ataque do adversário. Mesmo assim, apareceu com bons desarmes e passes certos.

O Flamengo segura a invencibilidade na casa do Botafogo – são seis vitórias e um empate – e mantém a liderança do Grupo A, com 16 pontos. O time leva vantagem sobre o Fluminense no saldo (12 a 11). Para garantir a classificação às semifinais da Taça Rio sem torcer por tropeço do terceiro colocado –  o Bangu -,  o Rubro-Negro precisa de apenas um ponto nas duas rodadas finais. Mesmo que saia derrotado nas duas partidas restantes, o time só perderá a vaga se a equipe da Zona Oeste vencer ambas e tirar uma diferença de dez gols.

O próximo jogo será no domingo, contra o América, novamente no Engenhão. O Tigres, sem chances de classificação e na briga contra o rebaixamento, está na quinta posição da Chave B, com seis pontos, e no sábado visita o Bangu.

Preguiça rubro-negra

O estádio vazio permitiu aos poucos presentes escutarem até as batidas na bola. Apesar do pouco apoio, fato corriqueiro no Estadual, o Flamengo começou tentando algo. Foram três escanteios consecutivos aos dois minutos. No melhor deles, o cabeceio de Adriano foi interceptado pelo goleiro Rodolpho.

Apesar do domínio, as finalizações demoraram a acontecer. Muito por culpa de Vagner Love, que se enrolou com a bola em duas boas ocasiões. O primeiro chute só aconteceu aos 27. Juan bateu de longe, a bola desviou na zaga e caiu nas mãos do goleiro do Tigres.

O buraco nas costas de Juan provocou problemas graves ao Flamengo. Aos 31, após um cruzamento da esquerda, Gilcimar aproveitou na segunda trave e abriu o placar.

Kleberson recebeu de David aos 34, driblou um zagueiro e por pouco não acertou o ângulo direito. Bastou se esforçar um pouco que o empate saiu. Léo Moura foi à linha de fundo e fez belo cruzamento. Adriano subiu sozinho e cabeceou para a rede. Assim como fizera no jogo contra o Botafogo, a comemoração dele foi contida, cumprimentando apenas os companheiros.

A virada quase aconteceu aos 42. Pet deu ótimo passe para Vagner Love. O atacante dominou mal e permitiu que Rodolpho abafasse seu chute. Na sobra, Juan bateu para fora.

No segundo tempo, Andrade tirou Petkovic e colocou Vinícius Pacheco. Embora com mais velocidade ofensiva, o Flamengo sofreu com as investidas do rival. Antes do primeiro minuto, Gilcimar chutou da entrada da área, mas o desvio de David impediu que acertasse o alvo. Depois, Daniel Silva foi à ponta esquerda, cruzou rasteiro e Bruno segurou.

A virada surgiu justamente por causa da rapidez no ataque. Mas Vinícius não participou do lance. A jogada começou em uma rápida reposição de Bruno. Depois, Juan tabelou com Adriano e tocou para Vagner Love. O atacante deu um lindo drible de corpo em um zagueiro e bateu no canto esquerdo. O gol pôs fim ao jejum de três partidas e o manteve na artilharia isolada do Estadual, com 11 gols.

Pouco depois, aos nove, Adriano chutou de perna direita e Rodolpho espalmou. O Tigres não se entregou. Cleitinho deu dois dribles desconcertantes em Willians e Juan e bateu por cima.

Em outra boa tabela, aos 23, Juan deixou Love livre na entrada da pequena área. Ele girou e bateu por cima do travessão. Léo Moura deu outro presente um minuto depois. Desta vez, o camisa 9 acertou o pé da trave.

Em um momento de desatenção do Rubro-Negro, Daniel Silva desviou dentro da área, e Bruno saltou para salvar. O gol do desafogo começou nos pés de Fabrício. O zagueiro fez bom lançamento, Vinícius Pacheco avançou e rolou para Adriano, aos 31.
Com a partida decidida, o Flamengo segurou o resultado e esperou o apito final de Djalma Beltrami.

Por Vander – VERDÃO sem chances !

Fonte: UOL Esportes

Em partida que teve ‘apagão’ no estádio da Fonte Luminosa antes do início, o Palmeiras decepcionou mais uma vez a sua torcida ao empatar por 2 a 2 com o então lanterna Rio Branco (antes do início da rodada) em Araraquara e praticamente ficou sem chances matemáticas de classificação para as semifinais do Paulistão.
Com o resultado, o Palmeiras passou a 23 pontos na tabela de classificação no décimo lugar, cinco a menos que a Portuguesa, quarta colocada que estaria nas semifinais se o campeonato terminasse hoje. O Rio Branco, por sua vez, subiu para o 19º lugar com 12 pontos.
O jogo
O Palmeiras começou o primeiro tempo melhor e mais incisivo que o Rio Branco, mas aos poucos o jogo passou a ficar bem equilibrado. Em lance de bola parada, Diego Souza acertou a trave, mas Romarinho perdeu uma grande chance na cara de Marcos.
Aos poucos, os gols foram surgindo, e em grande quantidade, mostra da fragilidade das defesas do pior entre os quatro grandes no Paulistão e do então lanterna da competição. Quando um time marcava, o outro respondia na mesma moeda.
Aos 18min, Diego Souza abriu o placar para o Palmeiras em grande jogada individual de Cleiton Xavier. Três minutos depois, o atacante Alex Terra recebeu sozinho dentro da área e empatou para o Rio Branco.
Dois minutos depois do gol de empate, o Rio Branco virou a partida com Romarinho, que chutou cruzado na saída de Marcos. Mas em bela tabela com Robert, Ewerthon igualou novamente em Araraquara.
“A gente tomou dois gols onde não podia tomar, mas a gente está no jogo ainda e tem um tempo para ganhar”, falou Diego Souza na saída para o intervalo.
Em uma mostra de que compartilhou do mesmo pensamento do camisa 7 palmeirense, o técnico Antônio Carlos tirou o lateral Eduardo e colocou o meia Lincoln no lugar, mandando o Palmeiras para o ataque. A estratégia deu certo, pois logo no início Cleiton Xavier perdeu duas boas chances de gol.
Para se precaver do domínio do Palmeiras na etapa, o técnico interino do Rio Branco Gilson Granzotto mexeu na equipe, sacando o atacante Romarinho para colocar o meio campista Guaraci e apostar nos contra-ataques.
Após a substituição, o Rio Branco conseguiu o que queria, que era travar o jogo. O Palmeiras teve o seu ímpeto contido e pouco conseguiu chegar ao gol de Cristiano.
Antônio Carlos ainda tentou, sem sucesso, promover as entradas dos atacantes Lenny e Vinicius (que possui somente 16 anos) no time, mas ambas não surtiram o efeito esperado.
Lenny, inclusive, sofreu uma entorse no joelho direito em lance isolado e preocupa os membros da comissão médica do Palmeiras, podendo desfalcar o já combalido setor ofensivo da equipe. O jogador será reavaliado nesta quinta para saber a gravidade da lesão.
Depois do jogo, o técnico Antônio Carlos ‘jogou a toalha’ em relação às chances do Palmeiras se classificar para as semifinais do Campeonato Paulista.
“Tivemos uma ou outra oportunidade de gol no segundo tempo, mas infelizmente o jogo acabou empatado e também acabaram nossas pretensões na competição”, reconheceu.

Por Silvana – Derrota vergonhosa do Tricolor !!!!

Fonte: UOL Esporte

Sonolento, São Paulo perde em Bragança e vê pressão para o clássico

O São Paulo chegou à Bragança certo de que um triunfo daria tranquilidade para pensar na Libertadores e minimizar riscos rumo à semifinal do Paulista. O time, porém, apresentou incrível sonolência nesta quarta-feira e viu seu plano ruir. O Bragantino aproveitou suas poucas chances no ataque, triunfou por 1 a 0 e voltou a vencer o São Paulo após 15 anos de jejum.

BRAGANTINO DERROTA O SÃO PAULO

O clássico contra o Corinthians, que poderia ser considerado “confortável” para o São Paulo caso tivesse ganhado em Bragança, passou a ser considerado de risco. O time do Morumbi terá três compromissos contra rivais diretos: Corinthians, domingo, no Pacaembu, Botafogo (no Morumbi) e Santo André (no ABC).

Apesar da derrota para o Bragantino, o São Paulo se manteve na 3ª colocação, com 30 pontos, encerrando série de sete jogos sem derrota na temporada (cinco vitórias e dois empates). A Portuguesa assumiu a 4ª posição, com 28 pontos.

Já na próxima quarta, o São Paulo tem compromisso no México, contra o Monterrey, pela Libertadores.

Sem Washington, poupado para o clássico contra o Corinthians, Ricardo Gomes utilizou Marlos, mudando a característica do setor ofensivo: dois atacantes pelos lados, com estilos semelhantes.

Com maior domínio de bola na primeira etapa, o São Paulo insistia em jogadas pelo lado direito, com Marlos, mas apresentava dificuldade no arremate. A ausência de um atleta de área, estilo Washington, prejudicou as ações ofensivas do São Paulo.

Dagoberto e Léo Lima subiam para o ataque, na tentativa de preencher o vazio no setor, mas sem sucesso.

A primeira boa finalização do time tricolor ocorreu somente aos 21 min do 1º tempo, com Marlos. Com dificuldade em trocar passes no ataque, o São Paulo recorreu ao jogo aéreo, levando perigo com Léo Lima e Jorge Wagner, de cabeça.

O Bragantino se limitou a tentar os contragolpes nos 45 min iniciais, sendo facilmente interceptado.

O São Paulo retornou para a segunda etapa com a mesma formação. Sonolento, o time do Morumbi quase sofreu abalo aos 5 min da etapa final, quando Miranda impediu o gol do Bragantino, em chute de Paulinho, interceptando a bola em cima da linha. Ceni ainda saltou para evitar o gol.

O lance de perigo animou o Bragantino, que intensificou jogadas de ataque, criando outra boa chance com Alex Afonso.

Em contrapartida, o São Paulo seguia apresentando futebol apático, com extrema dificuldade para chutar a gol. Na esperança de “acordar” o ataque, Ricardo Gomes promoveu logo duas alterações no setor.

Entraram Marcelinho Paraíba e Roger nas vagas de Léo Lima e Dagoberto. Pouco depois foi a vez de Fernandinho ter chance.

As mudanças por atacado no São Paulo deram maior volume ofensivo, mas insuficientes para impor grande pressão sobre o adversário.

Notando a sonolência do São Paulo, o Bragantino tratou de se arriscar no ataque. E em jogada de escanteio, o time interiorano abriu o placar. O zagueiro Mauricio subiu mais do que todos, cabeceando com força.

Em desvantagem, o São Paulo ainda tentou esboçar pressão, mas sem qualquer organização no setor ofensivo. O Bragantino quase ampliou nos descontos

Comentário por Silvana equipe ICFUT: “… SEM COMENTÁRIOS… ESTÁ VERGONHOSA A SITUAÇÃO, continua no G4 por pura sorte, aliás, por melhor dizer, ESTÁ no G4 por pura sorte. !!!! “

Por Silvana – Corinthians perde para o Paulista e deixa o G-4

Corinthians perde para o Paulista e deixa o G-4

Com Ronaldo, time desperdiçou muitas chances na Arena Barueri e viu a Portuguesa roubar-lhe posto na zona de classificação. Assista ao gol do jogo

Fonte: IG Esporte /Gazeta Esportiva

Desta vez, Ronaldo estava em campo – embora tenha caminhado na maior parte do tempo, acertado a bola com a canela e até furado uma conclusão. Mesmo com o retorno do seu astro, o Corinthians perdeu pela segunda vez seguida, 1 a 0 para o Paulista, e deixou a zona de classificação do Estadual. O jogo foi realizado nesta quarta-feira, na Arena Barueri.

O resultado deixou o Corinthians provisoriamente na quinta colocação do Campeonato Paulista, ainda com 26 pontos ganhos e agora atrás da Portuguesa (28). Mas a equipe comandada por Mano Menezes poderá cair ainda mais na tabela na quinta-feira, na sequência da 16ª rodada. O Paulista subiu para 14 pontos e continua ameaçado pelo rebaixamento.

A instabilidade do Corinthians será definitivamente colocada à prova nos dois próximos jogos: fará clássico contra o São Paulo no domingo, no Pacaembu, e enfrentará o Cerro Porteño pela Copa Libertadores da América na sequência. Já o Paulista receberá o Rio Branco no sábado.

O jogo
Mano Menezes estava esperançoso quando subiu no gramado da Arena Barueri. “Com Ronaldo em campo, a expectativa é sempre de gols”, disse o técnico do Corinthians, com um largo sorriso no rosto. Não demoraria muito para aquela expressão alegre mudar completamente.

Ameaçado pelo rebaixamento, o Paulista surpreendeu e começou o jogo no campo de ataque. O experiente Baiano, com passagens por Santos e Palmeiras, ameaçava a defesa adversária através de jogadas de bola parada. O que não era suficiente para desestabilizar a dupla de zaga reserva do Corinthians, formada por Paulo André e Leandro Castán.

Como a sua equipe sequer conseguia chutar a gol, Mano começou a se irritar. O alvo predileto do técnico era o meia Morais, que não cruzava o meio-campo sem ouvir uma bronca. Quando Ralf errou um passe longo e armou contra-ataque para o Paulista, então, o comandante se enfureceu: ficou de cócoras no gramado, com as mãos na cabeça.

Mas foi de Morais o lançamento para a primeira jogada de perigo da partida. Aos 11 minutos, Ronaldo recebeu a bola do meia dentro da área e levantou a torcida com um chute forte. O goleiro Vinícius defendeu. A partir de então, o astro corintiano quase não apareceu mais na etapa inicial. Apenas caminhava, com as pernas bem abertas, quando o seu time atacava.

O outro veterano do Corinthians, ao contrário, era bastante produtivo. Após receber o único cartão amarelo do primeiro tempo, o lateral esquerdo Roberto Carlos se mostrou muito disposto para atacar e defender. Quase marcou um gol em cobrança de falta aos 36 minutos: a bola fez curva e só parou no travessão.

A boa oportunidade criada por Roberto Carlos não foi capaz de acalmar Mano Menezes. No intervalo, Morais foi substituído por Iarley. E os problemas do Corinthians persistiram logo nos primeiros minutos: Ronaldo chegou a se atrapalhar com a bola, que tocou na sua canela e saiu pela linha de fundo após um lançamento em profundidade.

Depois que Tcheco demorou muito para passar a bola para Ronaldo aos 8 minutos (só o fez quando o atacante estava impedido), Mano se cansou e sentou no banco de reservas. E imediatamente chamou Jucilei para entrar no lugar do meio-campista. A torcida vibrou como se fosse um gol.

O Corinthians passou a ser mais criativo, mas ainda causava revolta em seu comandante: Ronaldo furou a bola após um cruzamento da esquerda de Iarley. E Mano Menezes gritou tanto que chamou a atenção de Cleber Wellington Abade. O árbitro não aceitou uma reclamação e expulsou o treinador.

Pouco depois, o Paulista abriu o placar. Aos 21, Barboza chutou com força, e o goleiro Felipe deu rebote. Mazola aproveitou para estufar a rede. Comandado pelo preparador físico Walmir Cruz, que substituiu Mano Menezes na missão de gritar com o time, e com o centroavante Souza no lugar de Ralf, o Corinthians partiu para a pressão nos minutos finais. Mas sem objetividade.