ICFUT – Curiosidades das Copas do Mundo !!!

Fonte: wikipedia.org

Seleção Brasileira de 1982

A Copa do Mundo de 1982 foi a 12ª Copa do Mundo disputada, e contou pela primeira vez com 24 (vinte e quatro) seleções. 105 países participaram das eliminatórias. O campeonato ocorreu na Espanha.

O Brasil, liderado por Telê Santana, chegou à Europa com um conjunto de talentos que conquistou a Espanha e encantou o mundo.

Outras grandes seleções marcaram presença na Espanha. A França de Michel Platini, Jean Tigana, Dominique Rocheteau e Didier Six; a Alemanha de Karl-Heinz Rummenigge, Manfred Kaltz, Pierre Littbarski e Paul Breitner.

A Argentina, campeã mundial, decepcionou. Os portenhos fizeram o jogo de abertura da copa contra a Bélgica e perderam por 1 a 0. Classificaram-se em segundo lugar no grupo após vencerem a Hungria e El Salvador. Mas na segunda fase foram derrotados pela Itália por 2 a 1 e pelo Brasil, que vingava 1978 por 3 a 1, numa demonstração de força do time de Telê.

A Alemanha sofreu uma derrota surpreendente contra a Argélia na estréia por 2 a 1. Goleou o Chile e venceu sua “irmã”, a Áustria, por 1 a 0, no chamado “jogo da vergonha”. Os argelinos, brilhantes, derrotaram o Chile por 3 a 2 passaram à segunda fase, devido a esta vitória alemã.

A França perdeu por 3 a 1 da Inglaterra na estréia, mas mesmo com uma campanha irregular conseguiu a classificação. Empatou com a Tchecoslováquia e ganhou do Kuwait por 4 a 1.

Já o Brasil, grande favorito ao título, estreou contra a URSS. Um jogo complicadíssimo. Os soviéticos fizeram 1 a 0 numa falha de Waldir Peres. A seleção errou muito, principalmente no sistema defensivo e o juiz deixou de dar 2 penaltis claros para os soviéticos. No segundo tempo o Brasil colocou os nervos no lugar e o gênio de Sócrates explodiu no gol de empate. Aos 43 minutos, Éder Aleixo dispara no ângulo de Rinat Dasayev: Brasil 2 a 1. A equipe de Telê então venceu a Escócia, de virada de novo, por 4 a 1. Zico brilhou com um bonito gol de falta. Contra a Nova Zelândia a seleção canarinho novamente venceu por goleada, 4 a 0. Na segunda fase o Brasil enfrentaria Argentina e Itália. Primeiramente, o Brasil bateu a Argentina por 3 a 1, num jogo em que a imagem de Júnior sambando à beira do campo após marcar um dos gols canarinhos tornou-se emblemática.

A Itália jogou 3 jogos péssimos na primeira fase, empatando com Peru, Camarões e Polônia, e só se classificou por ter mais gols marcados. Na 2ª fase a mística da Azzurra incendiou a equipe, que disparou rumo ao tricampeonato. Na 2ª fase a Itália venceu a Argentina por 2 a 1, o Brasil por 3 a 2, nas semifinais a Polônia por 2 a 0, chegando à finalíssima da copa. Mas antes, um adendo sobre aquele que ficou conhecido como a “Tragédia do Sarriá”.

Brasil e Itália se enfrentavam pelo segundo jogo da segunda fase. Como a Itália havia vencido a Argentina por 2 x 1, e o Brasil por 3 x 1, a seleção canarinho, super favorita ao título, tinha a vantagem do empate. Mero protocolo…o Brasil iria vencer o jogo fácil, fácil, afinal, a Itália só havia vencido um jogo na copa, enquanto o Brasil era o único com aproveitamento de 100%. Começa o jogo. Logo aos 5 minutos cruzamento da esquerda e cabeceio de Paolo Rossi, com a defesa brasileira olhando, assistindo a cabeçada do italiano, 1 x 0. O Brasil não se intimida. Zico se livra de Gentile e toca brilhantemente para Sócrates. O Doutor invade a área e chuta forte, cruzado, 1 x 1. O jogo é parelho. A Itália marca forte a saída de bola do Brasil, e força o erro da seleção. Toninho Cerezo faz um toque lateral, Falcão e Luisinho esperam um pelo outro, e ele, Paolo Rossi não espera por ninguém, dispara toma a bola e solta a bomba, 2 x 1.

O Brasil tem todo o segundo tempo para empatar e se classificar, afinal, é no segundo tempo que o time de Telê dava um show de bola nos adversários. Bola com Júnior que toca para Falcão na entrada da área, Toninho Cerezo faz a ultrpassagem iludindo a defesa italiana que o acompanha, abre-se a brecha de onde Falcão solta a bomba, 2 x 2, era a classificação do Brasil. Mas não era isso que desejavam os Deuses do Futebol. Escanteio “que não foi” marcado para a Itália. Todo o time do Brasil dentro da área, e na sobra, a bola, ingrata, acha ele, Paolo Rossi, que desvia sua trajetória e mata Waldir Perez, 3 x 2. O Brasil ainda tem uma última chance, mas Zoff faz uma defesa espetácular em uma cabeçada certeira de Oscar. Fim do drama. Itália 3 x Brasil 2. Um derrota que jamais fora esquecida.

A Alemanha passou à final após uma vitória épica contra a França de Platini. No tempo normal, 1 a 1. Na prorrogação, a França chega a fazer 3 a 1. Mas, os alemães, liderados por Rummenigge, buscaram o resultado e empataram o jogo em 7 minutos, numa das mais espetaculares reações de todos os tempos. Na primeira decisão por pênaltis da história, deu Alemanha. O lado lamentável foi a covarde agressão que o goleiro alemão, Harald Schumacher, cometeu sobre o atacante francês Patrick Battiston, que caiu no chão sem sentidos, o que fez muitos acreditarem que ele tinha morrido.

Grande Final da Copa. Estádio Santiago Bernabeu em Madrid. Clássico europeu, Itália vs Alemanha Ocidental. Só que aquilo que era para ser um clássico virou um passeio à italiana. A “Azurra” passeou em campo, e embalada pelas vitórias sobre Argentina, campeã do mundo, e Brasil, favorito ao título, não tomou conhecimento da Alemanha. Final do 1º tempo e o jogo já estava decidido 3 x 0. A Alemanha ainda descontou mas já era tarde para mais uma reação do time germânico. Final Itália 3 x Alemanha 1.

Paolo Rossi o carrasco brasileiro com 3 gols no jogo, ainda marcou mais 1 na final e foi o artilheiro da Copa de 1982. A Itália sagrava-se tricampeã, igualando-se ao Brasil, que foi brilhante, mas não levou o título.

Copa do Mundo FIFA de 1982
Copa del Mundo de Fútbol – España 82
Dados
Participantes 24
Anfitrião Espanha
Período 13 de Junho11 de Julho
Gol(o)s 146 (média de 2,8 por partida)
Jogos
Média gols por partida
Campeão Flag of Italy.svg Itália
Vice-campeão Bandeira da Alemanha Alemanha Ocidental
Melhor marcador Flag of Italy.svg Paolo Rossi (6)
Público 2.109.723 (média de 40.571 por partida)

Por Silvana _ Tricolor bate Macaca e volta ao G4 !!!

POR SILVANA SÃOPAULINA DA EQUIPE ICFUT – Tivemos um bom jogo entre o TRICOLOR e a Ponte Preta, como disse nosso querido goleiro Rogério Ceni, “ainda não é futebol pra sermos campeões” , mas é assim que temos que continuar. O Rogério segurou até pênalti, o Washington marcou os dois gols da vitória, o Ricardo voltou pro campo, e o melhor de tudo, na minha opinião, não poupou ninguém. É isso mesmo, pois, como havia dito no meu comentário anterior, estamos em dois Campeonatos e não só disputando a Libertadores. Precisamos de aproveitamento dentro e for de casa, precisamos de todos os pontos.O objetivo de nosso time deve ser TÍTULOS. Enquanto isso, nós são paulinos vamos com toda paciência do mundo esperando o melhor entrosamento entre os nossos jogadores, para que aconteça  um melhor futebol e conseqüentemente as vitórias !!! É ISSO SÃO PAULO…… VITÓRIAS e mais VITÓRIAS !!!!

Por Cleber Aguiar – Atlétiba acaba empatado !!!

Fonte: Gazetaesportiva.net

Furacão e Coxa empatam após clássico movimentado

Do correspondente Luiz Felipe Fagundes – Curitiba (PR)

Atlético Paranaense e Coritiba ficaram no empate em 1 a 1 no clássico bastante movimentado disputado na Arena da Baixada, fechando a 11ª rodada do Campeonato Paranaense 2010. O resultado foi bom para a equipe coxa-branca, que mantém a diferença de quatro pontos na liderança em relação ao rival e precisa de apenas mais uma vitória para garantir o ‘supermando’ antecipadamente.

Depois de dominar toda a primeira etapa, o Coxa foi castigado aos 36 minutos, após cobrança de escanteio de Netinho que Manoel desviou para as redes no meio do caminho. Após o intervalo, os técnicos colocaram suas armas em campo, Paulo Baier pelo lado atleticano e Ariel pelo alviverde. Aos 32 minutos, Marcos Aurélio cobrou falta com perfeição e deixou tudo igual.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense volta a campo no sábado, quando enfrenta o Iraty, jogando no interior. Já o Coritiba, após seu compromisso diante do Luverdense, pela Copa do Brasil, recebe no Estádio Couto Pereira o Corinthians Paranaense, no domingo.

O jogoO técnico Ney Franco surpreendeu e, quando se esperava um confronto de atacantes argentinos, ele sacou Ariel Nahuelpan e começou com Bill. O ex-corintiano foi o primeiro a criar uma jogada, logo no primeiro ataque, mas perdeu o domínio da bola na linha de fundo. Aos seis minutos, Marcos Aurélio cobrou escanteio fechado e a zaga rubro-negra afastou. O Alviverde tinha mais pose de bola, mas partida seguia truncada, com muita marcação.

O primeiro lance polêmico aconteceu aos 12 minutos, Renatinho invadiu a área e foi travado por Alan Bahia, gerando reclamações de pênalti, não marcado. O Coxa continuava criando mais, como aos 17 minutos, com Fabinho Capixaba, que disparou uma bomba de fora da área, à direta do gol atleticano. Aos 21 minutos, aproveitando falha da zaga, Marcos Aurélio chegou chutando e obrigou Neto a fazer grande defesa.

Mesmo jogando na casa do adversário, o Coritiba dominava totalmente as ações. Aos 29 minutos, Marcos Aurélio arriscou um chute colocado e a bola foi pela linha de fundo. Aos 31 minutos, Jeci subiu mais do que a zaga e tocou de cabeça no travessão. Porém, depois de sofrer pressão por todo o primeiro tempo, o Furacão abriu o placar. Aos 36 minutos, Netinho cobrou escanteio e Manoel desviou para o fundo das redes. Aos 42 minutos, Rafinha fez fila e chutou para defesa de Neto.

Na segunda etapa, o técnico Antônio Lopes colocou em campo o experiente meia Paulo Baier, afastado por causa de uma contusão desde a primeira rodada. Aos quatro minutos Fabinho Capixaba chegou pela lateral do campo e cruzou para boa saída de Neto. Aos oito minutos foi a vez de Ariel Nahuelpan entrar em campo, no lugar de Renatinho. Aos nove minutos, de muito longe, Bill arriscou e isolou.

O Atlético-PR, mesmo na frente no placar. Não fazia uma boa partida e criava pouco. Aos 11 minutos, em um lance bisonho, Bruno Mineiro tentou bater de primeira e mandou para longe. Os jogadores começaram a mostrar nervosismo, com chegadas mais fortes e muita discussão em campo. Aos 18 minutos, Paulo Baier cobrou falta e a zaga alviverde afastou. Aos 21 minutos, Márcio Azevedo, tentado explorar a ala, chegou em velocidade e cruzou para ninguém.

A partida era movimentada, com muita disposição demonstrada pelos atletas. Aos 27 minutos, Fabinho Capixaba levantou com precisão, Bill escolheu o canto e tocou de cabeça, mas para fora. Até que, aos 32 minutos, Marcos Aurélio cobrou falta com perfeição e balançou as redes para empatar. Aos 40 minutos, Pereira subiu mais do que a zaga e testou por cima da meta. Aos 43 minutos, depois de levantamento de Patrick, Paulo Baier cabeceou para fora e perdeu a chance de matar o jogo.

Por Edrer – Giro pelo futebol 08/03/2010

Fonte: Futebolinterior.com.br

Ramalhão vence a 7º consecutiva !!!

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» DF: Túlio Maravilha deixa sua marca, mas Botafogo perde
» Portuguesa 1 x 1 Santos – Palmas para o espetáculo!
» BA: Definidos os últimos classificados para a segunda fase
» Francês: Olympique tropeça em casa e Bordeaux mantém folga
» São Caetano 0 x 1 Corinthians – Uma vitória em ritmo lento
» Olímpia 1 x 4 Taubaté – Digão foi o nome do jogo

Por Cézar Alvarenga – Timão vence no final da partida!!!

Fonte: Estado de São Paulo

Dentinho evita novo tropeço do Corinthians

Na ‘vazia’ Arena Barueri, gol no fim dá triunfo por 1 a 0 sobre o São Caetano e recoloca o time de Mano no G-4

Bruno Deiro

Mano Menezes quis usar o duelo com o São Caetano, ontem, em Barueri, para buscar alternativas entre os reservas no Corinthians. Mas teve de apelar a velhas soluções. Na etapa final, pôs em campo Elias, Jorge Henrique e Dentinho, autor do gol da vitória por 1 a 0, para dar fim à série de três jogos sem vencer no Estadual e voltar ao G-4.

A entrada decisiva de Dentinho deve garantir o atacante no time titular que pega o Independiente na quarta-feira em Bogotá, na Colômbia, pela Libertadores. O gol de ontem coroou a alta de produção do camisa 17. Dentinho marcou nos últimos três jogos do Corinthians pelo Estadual e se tornou o artilheiro alvinegro na competição, ao lado de Jorge Henrique.

Seu crescimento foi elogiado pelo técnico. “É o prêmio que se recebe quando se dá algo mais”, disse Mano Menezes, que usou a postura do atacante como exemplo para os demais. “Não temos de ficar nos economizando para o futuro.”

Na comemoração, Dentinho imitou o gesto de embalar o bebê (imortalizado por Bebeto, na Copa de 1994), ao lado de Roberto Carlos. A brincadeira era uma homenagem a Manuela, filha do lateral, que nasceu na madrugada de ontem. Roberto Carlos teve de deixar a concentração por duas horas durante a noite para acompanhar o nascimento de seu oitavo filho.

Paulo André, Leandro Castán, Jucilei, Morais, Iarley e Souza. Os jogadores que ganharam ontem mais uma chance de Mano para começar a partida mostraram que são mesmo bons reservas. E apenas isso. “Não estou satisfeito com o rendimento da equipe. Poderíamos estar melhor, mas temos de ter calma nesta hora”, disse Mano Menezes.

No primeiro tempo, o Corinthians dominou as ações. O time alvinegro atacou na bola aérea e tentou entrar com toques rápidos na área do São Caetano, sem sucesso. Pelo alto, parou na bem postada defesa da equipe do ABC. Pelo chão, a falta de pontaria no arremate foi o maior empecilho.

Após o intervalo Jorge Henrique voltou no lugar de Iarley. O time melhorou ofensivamente e Mano lançou mão de Dentinho e Elias, titulares que garantiram o resultado. “A entrada deles criou uma situação de mais movimentação”, reconheceu o treinador. “O Iarley errou muito no primeiro tempo, para a condição técnica que tem.”

A primeira jogada perigosa do Corinthians veio justamente em uma lance dos dois titulares absolutos. Elias tocou para Jorge Henrique, que girou em cima da zaga e devolveu para o volante, mas a finalização parou em boa defesa do goleiro Luiz.

Aos 41, um cruzamento de Jorge Henrique encontrou na área Dentinho, que, atrás do zagueiro, acertou forte cabeçada e fez o gol da vitória.

SÃO CAETANO 0 CORINTHIANS 1
Gol: Dentinho, aos 41 minutos do segundo tempo.
São Caetano: Luiz; Arthur, Marcelo Batatais, Anderson Marques e Bruno Recife; Jairo, Adriano (Lucas), Fernandes e Luciano Mandi; Wanderley (Hugo) e Eduardo (Talles).
Técnico: Roberto Fonseca.
Corinthians: Felipe; Alessandro, Paulo André, Leandro Castán e Roberto Carlos; Jucilei, Ralf, Danilo (Dentinho) e Morais (Elias); Iarley (Jorge Henrique) e Souza.
Técnico: Mano Menezes.
Juiz: Antônio Rogério Batista do Prado.
Cartão amarelo: Danilo, Souza, Anderson Marques e Marcelo Batatais.
Renda: R$ 119.885,00.
Público: 4.031 pagantes
Local: Arena Barueri

Por Vander – Fluminense virá para cima do Botafogo !

Fonte: Gazetaesportiva.net

Fluminense vence Botafogo de virada no Maracanã

Gazeta Press – Rio de Janeiro (RJ)

Antes de empatar o clássico, Fred perdeu uma oportunidade incrível de marcar

Em partida muito movimentada, o Fluminense venceu por 2 a 1 o Botafogo, de virada, neste domingo, no Maracanã. Os alvinegros saíram na frente com Herrera, mas Fred e Mariano, na etapa final, garantiram os três pontos do Tricolor na terceira rodada da Taça Rio.

Com o resultado, o time comandado por Cuca segue com 100% de aproveitamento na Taça Rio e se iguala ao Flamengo na liderança do Grupo A. Já o Botafogo segue com seis pontos, no B, na segunda colocação ao lado do América-RJ. Na próxima rodada, o Fluminense vai encarar o América-RJ, no sábado. Já o Botafogo receberá o Olaria, no domingo.

O jogo – O Fluminense iniciou o jogo com mais vontade que o Botafogo e logo com dois minutos. O lateral-direito Mariano saiu do meio-de-campo e lançou para Maicon, que chutou cruzado. O goleiro Jefferson espalmou e a bola sobrou para Fred, que isolou perdendo um gol incrível. No minuto seguinte, Mariano chutou e a bola bateu em Fábio Ferreira, mas para azar dos tricolores ela foi para fora.

Aproveitando os avanços de Mariano, o Fluminense seguia melhor em campo, acuando o Botafogo. Aos 11 minutos, o lateral direito arriscou de longe e a bola passou a esquerda do gol, assustando Jefferson. Aos 16, Maicon cruzou para Fred, que cabeceou e Julio César acertou uma bicicleta. No entanto, a bola foi para fora.

Após a pressão inicial, a partida ficou mais equilibrada, com o Botafogo neutralizando o ataque tricolor e conseguindo chegar mais na frente. No entanto, as boas chances de gol pararam de acontecer. Somente aos 37 minutos, os alvinegros conseguiram abrir o placar. Maicon fez pênalti no zagueiro Wellington. Na cobrança, Herrera bateu com categoria sem chance para Rafael.

O gol fez o Fluminense voltar a pressionar e aos 41 mimutos Fred cobrou falta com força e a bola passou perto do travessão do goleiro Jefferson. A resposta do Botafogo veio dois minutos depois, quando o lateral direito Jancarlos cruzou para Loco Abreu, que cabeceou com força, mas bola passou à direita do gol de Rafael.

No último bom lance da etapa inicial, aos 45 minutos, o Fluminense quase empatou. Mariano fez jogada pela direita e cruzou para Fred. No entanto, o atacante tricolor finalizou em cima do goleiro adversário.

Assim como no primeiro tempo, o Fluminense começou a etapa final melhor em campo. No entanto, a defesa do Botafogo estava mais atenta e impedia as finalizações do ataque tricolor. Tanto que a primeira boa chance aconteceu somente aos 11 minutos, quando Conca cruzou, mas nenhum jogador do Fluminense chegou para finalizar. A bola foi nas mãos de Jefferson. No minuto seguinte, novamente Conca tocou para Julio Cesar. O lateral-esquerdo chutou forte, mas Jefferson defendeu com segurança.

De tanto insistir, o Fluminense chegou ao empate aos 16 minutos. Maicon fez boa jogada pela direita e cruzou para Fred. O atacante tricolor acertou um voleio com categoria sem chance para o goleiro botafoguense. Três minutos depois quase o Tricolor virou. Novamente Fred finalizou, mas desta vez a bola foi para fora.

Depois do empate, o Fluminense recuou e deu espaço para o Botafogo atacar mais. Para piorar a situação tricolor, o argentino Dario Conca deu uma entrada forte em Lúcio Flávio e acabou sendo expulso pelo árbitro. Mesmo com um mais, os alvinegros não conseguiam pressionar e a partida seguia equilibrada, sem chances de perigo para as equipes.

Aos 35 minutos, o árbitro expulsou o outro argentino em campo. Herrera fez falta e, como já tinha recebido o cartão amarelo, acabou recebendo o vermelho. Com isso, as duas equipes ficaram com dez jogadores nos minutos finais. Assim como quando estavam com 11, o Fluminense voltou a ficar melhor.

O tricolor chegou à virada aos 38 minutos, em boa jogada de Wellington Silva, que havia entrado no lugar de Maicon. O jovem atacante cruzou para Mariano escorar para a rede de Rafael. O gol deu números finais à partida e fez justiça ao melhor desempenho do Fluminense em campo.

O Botafogo não teve poder de reação e ainda sofreu alguns sustos antes do apito final.